Despedida de Solteiro - Bodas de Margot

Noivinha Cruel – Cinto de castidade masculino

Autor: Escravorado Casto

  • As Bodas de Margot

Que saudade dos meus tempos de homem livre, jogar futebol nos sábados, happy hour na Cidade, chopinho com os amigos da praia, paqueras, casos, masturbação e muito sexo! Agora tudo isso é passado…

Depois que fui forçado a usar esse cinto de castidade eu não consigo nem obter uma mísera ereção. Não posso mais correr, pedalar, jogar bola, ir à praia ou fazer ginástica! Também não tenho mais tempo, preciso servir meu amor…

CB 2000

Segundo ela, meu cinto de castidade foi projetado especialmente para curar homens mulherengos e infiéis como eu. Com o menor excitamento eu já sinto dores incomensuráveis… Evito olhar e até pensar em mulheres bonitas por que uma ereção não autorizada, além de infernal, fica registrada nos sensores eletrônicos e eu sou punido por isso!

Foi minha atual namorada que me colocou sob o regime forçado de castidade. Margot teve a idéia, pesquisou, escolheu, comprou o maldito cinto de castidade para homens e depois o trancou em meu ventre justamente no dia que eu a pedi em casamento. Ela ganhou um anel de noivado lindo. Eu ganhei um cinto de castidade de aço apertado, pesando quatro quilos para me lembrar do meu compromisso e me curar dos meus péssimos hábitos.

A princípio a idéia me excitou um pouco. Uma curtição de final de semana? Mais um brinquedo indecente para nossa coleção? Não, eu confesso que não pensei que essa história de castidade masculina fosse para valer.

 

Agora Margot quer que eu fique permanentemente casto até o dia do nosso casamento. Ela diz que não importa o que eu faça, só terei sexo depois de nos casarmos, durante nossa lua-de-mel! Nada de desperdício de sêmen, acho que ela esta falando sobre meus hábitos solitários. Margot está falando muito sério e eu vou ter que cumprir a minha promessa.

Agora só poderei gozar quando minha futura esposa deixar, por que não consigo retirar o cinto de castidade de jeito nenhum e só ela tem as chaves. Por mais incrível que possa parecer, esse negócio prende mesmo, não sai de jeito nenhum…

Margot conseguiu me convencer a viver assim dizendo que nossa vida sexual seria muito melhor. Na verdade ela exigiu que eu usasse o cinto de castidade como prova do nosso amor! Margot é extremamente romântica. Eu a amo verdadeiramente e aceitei a castidade forçada sorrindo. Eu sou um tolo!

Margot

Agora quero me casar o mais rápido possível com Margot! Preciso apressar meu casamento, quero transar com o meu amor e gozar. Mas Margot está fazendo “corpo mole”, adiando… Acho que no fundo a idéia é essa! Já pensou se a moda pega?

Desconfio que ela quer me manter casto após a lua-de-mel, porque ela está curtindo muito essa situação. Eu estou na mão dela. Faço o que ela manda! É claro que eu vou protestar, exigir minha libertação, mas sei que não adiantará muita coisa. Eu vou perder, não tenho argumentos… Acho que terei que voltar para o cinto de castidade depois da lua-de-mel. Não quero perder meu amor, mas também não gostaria de viver casto para sempre. Mas eu sinto que não terei minha vida de volta…

Eu aceito o fato, sou um homem submisso e escravo da minha noiva. Ela manda e eu obedeço. Para não decepcioná-la e conseqüentemente me frustrar, devo tratá-la excepcionalmente bem. Não posso deixar faltar nada para minha futura esposa. Farei o que tiver que fazer.

Submisso dedicado

Confesso que nunca tive dias tão libidinosos e frustrantes em toda minha vida, se não fossem meus dedos, língua e mamilos eu estaria perdido. Vocês não imaginam como é perder o controle sobre o próprio corpo e ser forçado a renunciar à própria sexualidade. Daria qualquer coisa por uma ereção, faria qualquer coisa para poder me masturbar, transar e gozar.

Margot gosta muito de sexo, mas gosta muito mais de me dominar. Ela acha que a nossa relação está muito melhor, por que ela tem maior controle sobre mim. Se eu permanecer casto, quando nos casarmos ela terá sexo na quantidade exata que deseja, onde e do jeito que imagina!

Enquanto isso, eu uso meus dedos e língua. Ela goza dezenas de vezes com o vibrador e eu fico na vontade! Ela costuma dizer que nada melhor que um cinto de castidade para amansar um garanhão selvagem. Acho que é verdade porque eu nunca fui tão devotado e submisso como estou agora.

Desde a minha adolescência tenho me masturbado compulsivamente, mas acho que meu vício chegou ao fim. Nunca pensei que Margot fosse tão malvada. Ela se diverte com minha frustração. Adora me fazer sofrer com pequenas maldades.

Cinto e chave

Ontem ela instalou quatro algemas na nossa futura cama e comprou um chicote de montaria para me bater. Essa história de dominação feminina está indo longe demais! Como eu fui entrar nessa? Mas o que eu posso fazer agora? Tenho consciência que estou sendo treinado para me submeter às necessidades e caprichos de minha futura esposa e abdicando de todo o resto.

Ah, tem mais! Depois de um longo e difícil ano de castidade, meu casamento será na próxima sexta e a Minha noiva vai organizar minha despedida de solteiro! O que será que ela vai aprontar comigo?

  • Minha Despedida de Solteiro

Margot decidiu cuidar pessoalmente dos detalhes da minha Despedida de Solteiro, eu tive que aceitar. Sem dúvida seria uma Despedida de Solteiro diferente! Ela me disse que cuidaria de tudo e seria uma noite inesquecível, um verdadeiro ritual de passagem para a melhor fase da minha vida. Margot fez a lista de convidados, escolheu uma boate em Copacabana e contratou um grupo de strippers para animar os rapazes.

Durante o show, uma das dançarinas me levou até o palco e me fez participar de uma sessão de Dominação Feminina. Imediatamente eu fui contido e forçado a ficar de joelhos. Depois de amarrado, amordaçado e algemado eu fui pisado e apanhei com chicote na frente de todos. Minha roupa foi rasgada, elas me colocaram em uma coleira, brincaram com meus mamilos e me levaram para passear no palco e entre as mesas. Eu morri de vergonha! Enquanto meus amigos bebiam, me sacaneavam e riam de mim. Eu estava morrendo de dor, por que eu havia me excitado com as meninas que além de lindas e gostosas, estavam seminuas.

Despedida de solteiro

Minha noiva olhava para mim, me encarando à distância, sabia exatamente o que estava se passando comigo. Margot ficou muito enciumada e irritada com minha cara de felicidade depois que o show de Dominação Feminina acabou. Então para descontar ela me forçou a permanecer de algemas e coleira. Ela ficava desfilando comigo, me puxando pela coleira, me exibindo e comentando com as amigas que eu seria o mais submisso e fiel de todos os maridos. Meus amigos estavam apavorados com aquilo tudo e ficaram indignados comigo.

No final da noite Margot subiu no palco sem me avisar, as luzes negras se ascenderam e as demais se apagaram. “You don´t have to be rich to be my girl, you don´t have to be cruel to rule my world…” começou a tocar bem alto… Nem sabia que Margot gostava de Prince! Desinibida, provocante e sensual, ela fez a performance mais incrível da vida dela. Realmente foi inesquecível.

Margot dançou, acenou, rebolou, fez trejeitos, se contorceu da forma mais obscena possível e acabou tirando toda a roupa. Ela ficou nua perante todos os nossos convidados e nem ligou. Todos os meus amigos olhavam para o palco e para minha cara. Minha futura mulher fez isso para me provocar e embaraçar.

FemDom

Nunca fui tão humilhado, mas o pior ainda estava por vir. Dois dançarinos negros usando coleiras e ínfimas cuecas de couro subiram no palco e participaram da dança erótica com simulações de coito anal e vaginal simultâneos com minha futura mulher. Meus amigos ficaram revoltados comigo quando ela ficou de quatro e simulou praticar sexo oral com um deles.

 Sexo oral simulado

Depois que a música acabou, Margot saiu de cena ovacionada. Ela foi carregada pelos dois dançarinos negros. Meus amigos até queriam até me bater, mas no fundo estavam morrendo de inveja da sensualidade e das belas formas da minha noiva. Eu realmente banquei o babaca encoleirado e algemado! Não havia nada que eu pudesse ter feito, exceto consentir e sorrir meio sem graça!

Lá pelas quatro da manhã, a festa foi esvaziando e só as amigas mais íntimas de Margot ficaram na boate. Eu desconhecia a maioria delas, mas sabia que eram dominadoras pelo jeito de olhar prepotente e estilo de vestir.

Margot abriu minhas algemas e por um instante eu pensei que seria libertado por minha futura esposa. Meus pulsos já estavam doloridos, mas eu me decepcionei rapidamente. Ela apenas me queria algemado com as mãos para trás, desconfortavelmente indefeso e com as palmas viradas para o lado de fora. Ela apertou tanto as pulseiras que eu gemi de dor e cerrei um pouco os meus olhos. Mal podia mover meus dedos…

Puxando a guia da coleira com força, Margot me forçou a ficar ajoelhado e eu comecei a lamber as botas e beijar os pés de todas as mulheres presentes, enquanto Margot dizia que eu outrora havia sido homem mais mulherengo do bairro, só que agora eu havia mudado, eu não era nada além de um cachorrinho, seu brinquedo sexual.

Humilhado

Margot estava se vangloriando da minha servidão perante suas amigas! Não posso negar, minha noiva me transformou no homem submisso que sou hoje. Ela me domou e me ensinou como devo me submeter aos caprichos femininos sem esperar por nada em troca. Aprendi a apanhar e sentir prazer no sacrifício… Apreciar e agradar o ser feminino… Ser fiel, submisso e dedicado… Hoje sei fazer sexo oral direitinho… E outras coisas desse tipo.

Naquele momento eu sentia o cansaço da noite, dores por todo o corpo, tesão e muita frustração… Queria prazer, mas só tinha a humilhação… O cinto de castidade estava me machucando desde o término do show de Dominação Feminina, mas minha noiva estava tão feliz e bonita…

Como estava pensando na minha lua-de-mel, nos meus futuros orgasmos, eu decidi que deveria continuar beijando os pés e acariciando as pernas daquelas desconhecidas com minha língua! Eu achei que não seria prudente arriscar meu casamento e minha pele. Não era o momento e nem o local para começar uma discussão, muito menos uma briga ou rebelião. Não havia chance de vencer, pois não tinha meios ou argumentos. Só me restava ceder, me submeter cada vez mais e rezar para aquilo tudo acabar logo…

Margot me perguntou na frente das amigas o que eu faria por um orgasmo, eu respondi que faria qualquer coisa. Então ela perguntou se eu seria um bom marido, fiel, submisso e dedicado. Eu respondi que sim, fiz juras eternas de amor, fidelidade e submissão. Ela me perguntou o quanto eu a amava. Eu disse que a amava muito além de todas as outras coisas e a amaria para sempre. Eu afirmei que daria até minha vida para ela sem hesitar um instante caso fosse necessário. Então, satisfeita com minha resposta, com um sorriso sarcástico nos lábios, Margot me perguntou se eu queria transar. Eu respondi que sim e ela me mandou esperar pela lua-de-mel. Ela afirmou que gozo só depois do casamento. As amigas da minha mulher assistiram tudo, aplaudiram de pé e eu fiquei com cara de idiota.

A pedidos, Margot arriou minhas calças até a altura dos joelhos, puxou minha cueca e mostrou meu cinto de castidade para as mulheres que gemeram e gritaram ensandecidas de desejo e inveja. Margot entregou as chaves do meu cinto de castidade às amigas e disse que elas poderiam abrir e fazer o que quisessem comigo, contanto que eu não tivesse um orgasmo. Nunca me senti tão excitado e humilhado.

CBT

Meu cinto de castidade foi retirado e depois de um ano de reclusão eu ganhei minha primeira ereção enquanto apanhava nas nádegas com um chicote. Depois de dez minutos de castigo, minha bunda estava tão vermelha quanto minhas orelhas, mas eu apanhei por mais uns 45 minutos. Eu morria de vergonha, dor e humilhação enquanto eu era masturbado e torturado pelas amigas da minha mulher. Toda vez que estava próximo de um orgasmo, elas esfregavam gelo no meu saco e ânus… Eu não podia me defender por que a algema e a coleira me impediam.

Tive que fazer sexo oral com as amigas da minha mulher. Algumas estavam menstruadas, outras fediam a gozo de homem e urina, mas todas gozaram em meu rosto várias vezes, puxaram meus cabelos, beliscaram meus mamilos e torceram minhas bolas que estavam absurdamente doloridas e cheias de esperma. Nunca senti tanta dor em minha vida, tanta humilhação e ao mesmo tempo tanta excitação e frustração.

CB desmontado

Depois de exausto, Margot me colocou novamente no cinto de castidade, me deitou de bruços em uma mesa e me prendeu pelo pescoço. Fiquei indefeso, quase imóvel. Então ela me perguntou se eu ainda queria gozar e eu disse que era a coisa que eu mais queria no mundo, claro depois de me casar com ela. Eu fui esperto! Mas Margot sempre foi mais inteligente do que eu, depois de me chamar de mentiroso ela sussurrou em meu ouvido. “Você quer mesmo gozar? Muito? Então implore!”

Eu exigi, implorei, me humilhei mais uma vez, pedi e supliquei por um orgasmo. Eu queria muito transar com minha noiva, mas Margot me desprezou. Ela apenas me beijou e bateu! Levei um forte tabefe no rosto. Margot nunca havia feito isso antes, nunca havia sido tão sádica e eu estava adorando ser humilhado. Eu havia me transformado no mais dócil dos noivos…

Para completara a noite, Margot chamou os dois dançarinos negros que ainda estavam na boate e transou com um deles na minha frente. A algema e a coleira me mantinham cativo, eu tentei escapar com todas as minhas forças e acabei ferindo os pulsos e lacerando o pescoço. Não pude fazer nada a não ser observar minha mulher ser comida pelo negão, sorrindo e gemendo de prazer. Enquanto isso, o outro dançarino me amordaçou e começou a se masturbar!

Crioulo

Quando minha mulher terminou de fuder com o negão, os dançarinos passaram KY no meu rabo, abriram bem minhas nádegas, afastaram o cinto de castidade, começaram a bater punheta e currar. Eu enlouqueci de prazer e dor.

Negão

A minha futura esposa não fez absolutamente nada para impedi-los. Ela ficou ali em pé, observando tudo, rindo e vendo meu sofrimento. Eu estava desesperado, tentei fugir, mas fui impedido pelas meninas que também se masturbavam, me batiam com chicote, bebiam, riam, gritavam, incentivavam os negões e tiravam fotos.

Arregaçado

Depois disso rolou um bacanal com as meninas do show de Dominação, os negões, minha noiva e as amigas dela. Eu fui o único que não participei, fui esquecido, deixado casto, amarrado como um animal, com o rabo ardendo, morto de vontade de fuder. Não se fazem mais Despedidas de Solteiro como antigamente!

Nem preciso dizer que eu gozei enquanto estava sendo enrabado pelo crioulo e foi muito vergonhoso gozar assim na frente da minha futura esposa, com meu cinto de castidade afivelado, sem ter uma ereção. Queria muito ir embora e chorar. A minha mordaça foi retirada por Margot, eu me ajoelhei, beijei os pés e fiz sexo oral na minha linda noiva. Margot me disse que me amava e nós iríamos nos casar de qualquer jeito no dia seguinte. “Claro que sim meu amor”. Eu imediatamente concordei…

Gozando de cinto de castidade

Tião e Pé-de-mesa (os dançarinos negros) iriam embarcar conosco para participar ativamente da nossa lua-de-mel. Se eu me recusasse todos os nossos convidados receberiam cópias das fotografias mais comprometedoras da minha vida. Apesar da surpresa, desconforto, dor e revolta, eu disse que amava minha futura esposa e faria tudo o que ela determinasse!

Nunca senti tanta dor e vergonha em toda minha vida. Mal conseguia andar depois que os negões acabaram comigo, fiquei todo arrombado. Margot fez questão de afirmar que eu seria enrabado durante um mês, só então ela analisaria a possibilidade de retirar o cinto de castidade e me deixaria gozar como homem.

De quatro

Claro, meu comportamento seria levado em consideração. Se eu fosse submisso e não cometesse nenhum deslize poderia até transar com ela. Só que eu voltaria imediatamente para o cinto de castidade depois de gozar. Esse foi o combinado!

Enquanto eu vivia a castidade forçada, Margot prometeu que teria todo o sexo que quisesse com os negões durante nossa lua-de-mel e com outros homens que conhecesse na viagem… Assim minha vida de casado começou… Como eu desconfiava permaneceria casto e frustrado e para sempre escravo da minha mulher.

Dominação e Castidade - Regras

Eu descobri sites como este na internet há cerca de cinco anos atrás e, desde lá, tenho aprendido muito sobre dominação feminina e castidade lendo as estórias e relatos que eles publicam. Posso afirmar que meu casamento e minha vida sexual mudaram muito depois que iniciei a prática da castidade masculina. Então, eu finalmente decidi expor aqui minhas experiências obtidas ao lado de meu marido, com a qual sou casada há 10 anos. Eu não sou uma dominadora natural. Meu marido peter é que me introduziu neste conceito.

Ele adora ``brincar´´ de ``escravo e Dona´´. Quando nós éramos recém-casados, eu amarrava-o e espancava-o, então ele gozava e ia dormir. No final eu era a Mistress, a Dominadora, mas não tinha-o em total controle, nem controlava a cena. Raramente me via satisfeita com o sexo e peter raramente estimulava-me oralmente, uma das únicas maneiras em que eu obtinha orgasmos com ele.

Eu vivia frustrada, masturbava-me regularmente e já estava pensando em arrumar um amante quando eu conheci as técnicas de castração e, enfim, tudo mudou.

Desde essa época eu adquiri um grande número de cintos de castidade, mas atualmente usamos mais os modelos CB 2000 e CB 3000 pois, feitos de plástico, não são detectados nos aeroportos e permitem que o peter os use mesmo durante suas viagens de negócio. Um piercing cuidadosamente instalado em seu pênis prende sua glande e garante total segurança contra qualquer tentativa dele obter algum prazer fortuito. Minhas regras básicas são simples: peter será apenas libertado de seu cinto de castidade após lamber minha genitália 75 vezes. Isso garante que ele permaneça ``preso´´ por um período entre cinco ou sete semanas, dependendo da minha vontade.

Quanto mais rapidamente ele fizer ``seu trabalho´´, mais rapidamente ele será libertado da castidade, mesmo que por breves momentos.

Eu registro todo o desempenho do peter em uma planilha em nosso computador e a atualizo ao final de cada dia.

Há algumas outras regras básicas, como:

a-) Ele precisa de minha permissão para tocar minha vagina. Se ele encostar seus lábios nela sem minha permissão esse prazer oral não será computado.

b-) Se eu não me satisfizer com a performance dele a ação não será computada.

c-) Ele não pode recusar-se satisfazer-me. Caso se recuse, perde todos os pontos conquistados através das atividades anteriores e recomeçará do zero.

Isso alterou completamente minha vida sexual. Meu marido constantemente se oferece para me servir-me: pela manhã, depois do trabalho, antes de dormir...

Peter também penetra-me com um dildo assim, tenho todo prazer que preciso. Desde o início do treinamento, há anos atrás, tenho adicionado novas regras e tarefas. Se você vive o SM o tempo todo como nós vivenciamos, é preciso fazer alguns ajustes, alguns ``upgrades´´, pois homens submissos necessitam sentir uma mais intensa dominação com o passar do tempo. Então, adotei o ``processo de objetivos semanais´´. A cada semana peter tem que cumprir um certo número de objetivos, caso contrário todo o ``esforço em servir-me oralmente´´ da semana se perderá... e ficará mais distante o objetivo maior de 75 ``oral services´´.

Os objetivos semanais são:

Objetivo 1-) Ele deve implorar e receber 70 golpes em suas nádegas com o chicote de montaria.

Toda noite peter implora para receber 10 golpes em suas nádegas (7 noites com 10 golpes cada = 70 golpes semanais) antes de ir dormir. Ele suporta este spanking leve sem problema algum. Mas, se eu estou descontente com ele ou ele tem sido desatento comigo, eu recuso-me a espancá-lo. A cada dia que eu recuso açoitá-lo, mais golpes diários ele deverá receber nos próximos dias afim de cumprir os 70 golpes. Assim, minha recusa em espancá-lo na segunda-feira, terça-feira, quarta-feira e quinta-feira o fará entregar-me flores em meu escritório na sexta-feira, pois ele terá apenas 3 dias para receber os 70 golpes (23 por dia, no mínimo). Evidentemente que 23 é um volume maior do que ele gostaria de receber, visto que 15 golpes diários é o limite confortável. O bom deste sistema é que ele é espancado regularmente e, se não quiser sofrer além do limite ou perder todos os pontos da semana, terá que se esforçar durante todo tempo.

Eu observo também alguns aspectos:

Eu o espanco apenas uma vez por dia. Assim ele recebe todos os golpes de uma só vez. Nada de receber os golpes ``em prestações´´.

Eu aplico os golpes de modo contínuo, sem pausas ou intervalos.

Eu sempre aplico os golpes com a mesma intensidade, independentemente do número de golpes à serem aplicados.

Se ele me pedir para parar o spanking eu acatarei seu pedido, mas ele perderá todos os pontos da semana.

Objetivo 2-) Ele deve passar toda a noite de sábado com o ``Bracelete de Kali´´. Este artefato é um tipo de anel com pequenas saliências ponteagudas em sua face interna. Este anel, colocado no pênis impede qualquer tipo de ereção, pois o pênis, aumentando seu diâmetro, é pressionado contra as pontas, provocando intensa dor. Peter gosta de usar o bracelete de Kali por curtos períodos mas é muito duro para ele usá-lo a noite toda. No sábado a noite eu convenço-o a tirar o cinto de castidade e vestir o bracelete de Kali pois, do contrário, ele perderá todos os méritos obtidos na semana.

Objetivo 3-) Ele deve receber, ao menos, uma punição passiva por semana.

Punição passiva é aquela em que ele sofre alguma agrura, mas eu não participo diretamente. A verdade é que eu não tenho tempo nem paciência para brincar de ``escravo e Mestra´´ o tempo todo. Peter pode até ser dominado, mas eu não tenho, necessariamente que ser responsável por todo o esforço, arrumar toda a cena, amarrá-lo, açoitá-lo e administrar todas as punições. Apesar disso a idéia que ele é tão submisso que deve até mesmo se auto-punir para me satisfazer é uma grande fonte de excitação para nós.

Um exemplo de punição passiva pode ser o ``ball stretching´´ (uso do ``para-quedas´´ que, associado a um conjunto de pesos nos testículos, visa esticá-los e mantê-los baixos. Peter deve usá-los com pesos de chumbo ao mesmo tempo que mantém suas mãos algemadas nas costas. Nestas ocasiões eu uso uma coleira no peter e prendo a ponta da guia da coleira em um local alto, de modo que ele não possa sentar-se, e é só. Depois de uma hora eu volto para libertá-lo.

Nós mantemos em uma sacolinha cerca de 25 punições passivas registradas em cartões desenhados e confeccionados pelo peter, e através delas eu elejo a punição que será aplicada. Algumas das outras punições passivas são:

Treinamento anal: deitado na cama, prendo seus pulsos e tornozelos no espaldar da cama, introduzo um dildo em seu ânus por uma hora, mantendo-o no lugar fazendo-o vestir uma calcinha.

Treinamento de mamilos: algemo suas mãos nas costas, coloco prendedores com garrinhas em seus mamilos e mantenho-o ajoelhado por uma hora.

Ajoelhar e sofrer: algemo seus tornozelos e ordeno que ele se ajoelhe junto aos pés da cama. Algemo, também, suas mãos nas costas. Amarro seus testículos no pé da cama, de modo que ele não possa se mover. Mantenho-o assim por meia hora.

Sapatos cruéis: Obrigo-o a calçar meus sapatos de salto alto (meu tamanho é bem menor que o dele). Uso uma coleira para impedir que sente-se e algemo suas mãos nas costas. Ele fica assim entre 45 minutos e uma hora.

Treinamento de enema: Ele deve receber um litro e meio de água e retê-la dentro de seu organismo por 10 minutos.

Tortura peniana: Coloco nele o bracelete de Kali. Prendo seus tornozelos e mantenho-os afastados amarrando as pontas das cordas no espaldar da cama. Faço o mesmo com os seus braços e os prendo na cabeceira da cama. Deixo-o assim entre uma a duas horas.

Eu também costumo combinar algumas destas punições. Por exemplo, realizar ao mesmo tempo a ``sapatos cruéis´´ com o ``treinamento de mamilos´´ e etc.

Objetivo 4-) Ele deve adicionar, ao menos, uma punição à sacolinha por mês.

Eu também ordeno que ele me apresente, ao menos, uma ou duas sugestões de punições por mês. Desta forma estamos sempre renovando os cartões na sacolinha.

Eu procuro, também, inovar em tudo, como usar vendas ou mordaças para completar as punições, pois o desconhecido e o inusitado é sempre muito estimulante para o homem submisso.

Contando os pontos.

Se todo o conteúdo da semana é atingido eu permito que o peter registre seus serviços orais na planilha de acompanhamento, deixando-o mais perto do momento da liberdade.

Quando liberto-o, ao final de sua série de provações, permito que peter tenha um orgasmo, mas sempre de uma maneira humilhante e servil, como por exemplo:

1-) deitado no chão, esfregando seu pênis em uma toalhinha de mão, enquanto venera seus pés.

2-) ajoelhado no chão, esfregando seu pênis em minhas pernas, enquanto beija minhas coxas e idolatra meu corpo.

3-) deitado de costas com os pulsos e tornozelos amarrados, respectivamente na cabeceira e na parte inferior da cama, masturbo-o besuntando seu pênis com muito óleo, parando totalmente os movimentos a cada reação de orgasmo dele, até que me decida conceder seu prazer.

4-) de joelhos na cama, com as mãos algemadas nas costas, enquanto eu o masturbo na frente de alguma amiga minha.

Eu posso afirmar que o peter é extremamente feliz com essa situação. Ele está vivendo sua fantasia, sendo submisso a uma mulher.

Atualmente ele melhor suporta suas punições e a dor, além de sempre ter a chance de parar o jogo e perder os pontos da semana. Pessoalmente eu também estou vivendo minha fantasia: tenho todo sexo que preciso, todo o serviço oral que poderia desejar e, claro, um marido bem comportado que trabalha ``duro´´ para me dar prazer. Como eu disse no início, eu não sou uma dominadora natural, mas confesso que eu adorei os resultados que o Fem-dom proporcionou na minha vida.

Marido aceitando cinto de castidade

Bom dia Senhora! São 7h em ponto e seu desjejum já está servido! Vou arrumar sua cama, pegar sua roupa e preparar seu banho. Enquanto isso, a Senhora pode tomar seu café...
Alguns instantes depois...
Escravo vem até aqui. Que porcaria de café! Assim não dá! A cada dia você está pior, mais lento, irritante, relapso e indolente. Olha só essas torradas, estão muito tostadas. Eu não gosto assim. Você sabe disso! Vamos, venha até aqui, ande logo...
Perdoe-me minha Senhora, estão um pouco passadas demais, vou fazer novas torradas...
Mas e o café?
O que tem ele?
Meu café está frio, fraco e o meu pires está sujo. Que absurdo! O meu suco de laranja está um pouco passado! Onde está meu mamão? E a geléia? A apresentação está lamentável... Você costumava ornamentar a mesa com flores...
Elas não estavam bonitas, por isso eu não comprei...
Você acha que eu vou comer isso?
Desculpe-me Senhora. Deixe-me preparar outro desjejum. Acho que vou preparar um omelete bem gostoso!
Volte aqui inútil!
Puzzz!
Rainha Roxxana cuspiu o café frio no rosto do pobre escravo. Ela estava impaciente, mal-humorada e muito nervosa naquela manhã. Atônito, embaraçado e humilhado o pobre homem recuou humildemente, limpando-se, enxugando o rosto, tentando corrigir seus erros para servi-la adequadamente, mas mesmo assim levou um chute certeiro no rabo. Rainha Roxxana não é uma pessoa fácil.
Desculpe-me Senhora, prometo melhorar. Deixe-me pegar seu jornal enquanto preparo um café fresquinho!
Estou novamente decepcionado contigo e um pouco entediada! Escravo, venha até aqui imediatamente, deixe esse café e a louça para depois! Faça uma massagem especial nos meus pés, engula meus dedos um a um, quero relaxar um gostoso, quero começar bem o dia.
Sim Senhora!
Rápido, ande!
Já estou indo...
Ah escravo, você precisa se esforçar mais... Quero ver mais empenho nos teus atos. Anda escravo, fica de joelhos. Já! Beije meu pé escravo...
Sim Senhora!
Assim está gostoso, chupe mais forte, assim, isso, mais, mais, mais, mais... Ótimo, assim está bom! Só que continuo entediada.
Peço permissão para falar Senhora. Não entendo minha Rainha! Por que tamanha zanga? Insatisfação? O que eu fiz?
Não interessa, não pare de chupar meus dedos. Agora tire minhas sandálias e morda a sola dos meus pés... Levemente, devagarzinho, daquele jeito que só você sabe fazer...
Sim Senhora! Imediatamente e com prazer...
Escute, eu já disse que eu não quero mais te ver ajoelhado assim. Você está novamente se sentando nos calcanhares, tuas nádegas estão confortavelmente apoiadas, não foi assim que eu te ensinei. Assim não dá!
Desculpe-me minha Senhora!
Não deu para entender ainda? Levante-se! Quero ver você ajoelhado decentemente, não te quero mais sentado confortavelmente como um marajá. Você é meu escravo e deve agir como tal, se ajoelhando do jeito certo, do jeito que eu quero, lembre-se disso.
Desculpe-me Senhora!
Hummmm, isso! Agora sim. Gosto quando você me lambe assim. Coloque os cotovelos no chão para beijar meus pés... Fique de quatro.
Sim Senhora! Imediatamente...
Você vai levar dez chineladas no lombo por que se ajoelhou incorretamente, mais dez chineladas pela porcaria de café da manhã e mais dez por que eu quero te bater. Deite-se no chão, que é teu lugar escravo, vou começar em um minuto. Fique com tua fuça encostada no chão. Massageie minhas panturrilhas e tornozelos delicadamente. Não fale, não se mexa e não pare de me acariciar até eu mandar;
Sim Senhora! Imediatamente...
A bela, exigente e cruel Rainha Roxxana providenciou 30 chineladas para punir o relaxamento do seu pobre escravo, que tentava desesperadamente entretê-la com suas mãos e língua, no entanto sem obter muito sucesso! Rainha Roxxana percebia como petulância, negligência e até mesmo desleixo a forma com o seu escravo estava se portando ou se ajoelhava. Depois de deixar lindas marcas rubras espalhadas pelas nádegas, pernas e costas do seu escravo, ela finalmente resolveu conversar com ele. Por mais que seu escravo se esforçasse, ele transmitia uma imagem de incompetência, desatenção e rebeldia. Mas na verdade era pura implicância dela...
Incapaz, sinto que está faltando alguma coisa aqui. Não estou satisfeita contigo, sinto que você se entregou parcialmente para mim, mas apenas parcialmente. Às vezes você parece distante, então fico irritada. Você é muito desatento. A tua entrega deve ser total. Digo de verdade, totalmente, não só de corpo, mas de alma também.
Permissão para falar minha Senhora;
Sim, fale criatura inferior.
Por mais que eu me esforce parece que nunca é o suficiente.
Mas é claro que não é! Nem nunca será.Cuidado com as respostas. Abaixe o tom de voz, se coloque de joelhos corretamente ou você vai apanhar tanto que vai se arrepender de ter nascido. Eu quero conversar, vamos conversar direitinho, mas não pare de acariciar minhas pernas e beijar meus pés.
Senhora, precisamos conversar. Por mais que me empenhe, lute, aprenda, progrida nunca é o bastante para mantê-la feliz.
Não mesmo, já disse. Não gosto de ficar repetindo as coisas...
Faço tudo o que a Senhora manda, obedeço todas as suas ordens, adoro te servir, lambo o chão que tu pisas com prazer! A senhora sabe que não estou exagerando.
Ótimo! É melhor que seja assim mesmo, porque tem muitos querendo tua vaga aqui em casa, lembre-se disso. Eu posso tudo e você me deve obediência. Sou uma Mulher Dominante e você é um homem submisso e ponto final, mas o que é que você queria? Considere-se um cara de sorte!
É lógico, sei que sou um felizardo, me considero um sortudo, estou feliz assim, como nunca fui, mas parece que não consigo mesmo agradá-la. Para mim tudo está ótimo se estou a teus pés. Temo que a Senhora não esteja feliz.
Se você não me agradasse já teria me livrado de ti. Só que as coisas estão meio paradas. Não gosto disso. Quero ver mais empenho da sua parte. Quero uma prova concreta da sua submissão!
Senhora, eu sinto que nasci para te obedecer, aqui é meu lugar. Não sou nada, não sei de nada, sou apenas um homem, uma criatura inferior, mas sou teu escravo e não posso te perder. Agradeço a Deus todos os dias por ter tido a sorte de encontrá-la e o privilégio de servi-la.
Isso é ótimo, gosto dessa atitude servil, humilde e agradecida.
Amo estar sob teus pés como estou agora. É muito bom ter servir.
É assim mesmo que eu te quero. Saiba que você é menos do que uma coisa para mim, menos do que aquele capacho que está ali.Você é quase nada.
Tenho certeza que sou inferior à Senhora. Nunca duvidei da minha inferioridade, sei meu lugar. Mas isso não me causa tristeza, angústia, muito pelo contrário, aceito minha posição, apenas sou agradecido por estar aqui. Só quero ser teu para sempre, por que além de tudo eu te adoro. Quero vê-la feliz...
Você é meu escravo! Você me pertence, você é meu e vive para me servir. Não tem direito a mais nada do que isso. Não espere por mais nada.
É maravilhoso pertencer a alguém, adoro ser teu, te servir e tudo. Foi a melhor coisa que aconteceu comigo. Confio na Senhora de corpo e alma. Entreguei minha vida e tudo que possuía a ti. Reafirmo minha devoção todos os dias, mas nem isso parece te agradar. O que está acontecendo?
É que eu sou muito exigente. Você se esqueceu como fui difícil? Eu sou difícil! Nunca vou mudar. Melhor você se acostumar, gosto de bater, fazer você sofrer, isso me dá prazer. Detesto acariciar, paparicar ou elogiar. Não nasci para me desculpar! Gosto de punir. Algo me diz que você não está completamente comprometido comigo e ponto final.
Mas eu jamais descumpri suas ordens. Sou servil, dedicado e dependente. Foi a senhora quem me ensinou todos os caminhos da submissão masculina. Não sei viver sem ti ou de outra forma.
Você tem que se esforçar mais. Quero ver mais empenho, menos erros. Nunca será o bastante. Minha intuição feminina não erra, coisa que vocês homens não entendem. Tem algo errado!
A sedução feminina é outro mistério que me fascina. O domínio feminino me atrai, me intriga e me arrebata. É maravilhoso ser teu, pertencer a Senhora. Por favor, nunca me deixe! Não estou reclamando, nem pedindo nada, apenas tenho medo de te perder, sei que não conseguindo te agradar. Dê-me outra chance. Onde errei?
A força da minha sensualidade é incomensurável, renda-se, para que você continue ao meu lado me servindo quero que você se empenhe, se esforce e se dedique cada dia mais. Esqueça a preguiça, o cansaço e o egoísmo. Se entregue!
Não resisto mais... Sou totalmente teu! Quando a Senhora me mandou tirar a barba que eu cultivei por anos, eu o fiz sem hesitar. Raspei todos os meus pelos do corpo para agradar a Senhora. Quando a Senhora me mandou usar roupa íntima feminina, eu joguei todas as minhas cuecas fora. Quando a Senhora me mandou largar meu emprego, eu joguei tudo para o alto e te obedeci. Depois te dei meu apartamento em Ipanema para a Senhora morar confortavelmente e fui viver em um conjugado mínimo lá em Copacabana só para ter menos e te dar mais... Deus sabe como foi difícil começar a trabalhar como vendedor de uma sapataria feminina de uma de suas amigas dominadoras. Quando a Senhora furou meu períneo com uma agulha, doeu muito, mais eu não reclamei. Depois a Senhora inventou de colocar uma argola com um pingente pendurado, um tipo de medalha de identificação de escravo, com o seu nome gravado, eu fiquei tão surpreso, orgulhoso e feliz!
Sim, é verdade, você é obediente, por isso mesmo usa meu medalhão debaixo do saco, mas não quer dizer nada, pois sinto que você ainda não se entregou por completo, noto um foco de resistência. Algo me diz que você ainda luta internamente. Talvez seja inconsciente ou hormonal. Mas preciso dar um jeito nisso!
Nos finais de semana eu me mudo para esse apartamento, que já foi meu, mas agora é seu e limpo tudo! Cozinho para a Senhora com prazer! Lavo tua roupa, enxáguo, penduro, passo e guardo com carinho. Agora entendo perfeitamente o prazer de servir. Adoro lavar tuas calcinhas com minhas mãos! Amo fazer tuas unhas ou escovar teu cabelo. Acho que é mais do que isso, eu sinto prazer. Mas acho que não sou bom o bastante para ti...
Muito pelo contrário, eu acho que você tem enorme potencial submisso. Eu quero tirar o máximo de proveito, te ensinando tudo que eu posso. Você tem se mostrado um aluno dedicado. Mas eu quero ver mais empenho e entrega total. Você é como uma pétala de rosa que precisa ser amassada para liberar o perfume mais doce. Cabe a mim essa tarefa. Tenho que te apertar e espremer. Você está quase pronto para atingir outro patamar de submissão.
Mês passado a Senhora furou minha língua e colocou essa trava para eu te proporcionar mais prazer quando fazemos sexo oral. Depois foram os meus mamilos que foram perfurados. Eu suporto tudo resignadamente, meu corpo existe para te dar prazer. Sinto-me pronto para iniciar outra fase, outro treinamento, na verdade anseio por novas oportunidades de entretê-la, servi-la e adorá-la.
Isso é ótimo, eu quero mais. Você é meu e eu faço o que eu quiser. Quero ter certeza das suas intenções.
No Carnaval passado fiquei amarrado os quatro dias em uma pequena jaula, enquanto a senhora passava as noites na folia. Lembra-se?
Sim, como poderia me esquecer daqueles dias maravilhosos. Teu sofrer me excita.
Nas noites de sábado fico amordaçado, vendado e amarrado. A Senhora me faz de encosto para seus pés enquanto assiste filmes ou televisão. Fico em completa escuridão, calado, imóvel sentindo o peso das tuas pernas nas minhas costas esperando uma nova oportunidade de te servir. Sabe o que mais? Essa é a melhor coisa que existe! Quando a Senhora se senta em mim, usando-me como banco e passa horas teclando com suas amigas na Internet eu me sinto orgulhoso e realizado. O que mais eu posso querer? O que devo fazer?
EU JÁ DISSE: QUERO UM PROVA DA TUA ENTREGA. Uma prova definitiva.
Não sei o que fazer, mas eu sou todo seu. Mas diga o que eu tenho que fazer. Por favor, mostre-me o caminho que eu te seguirei.
Você deve me fornecer uma prova da tua entrega.
Como?
Você é completamente fiel?
Claro, EU TE ADORO minha Rainha!
É pouco! Como posso ter certeza?
Eu sou fiel. EU TE VENERO!
Repita isso olhando nos meus olhos, largue meus pés um pouquinho.
Senhora, estou apaixonado por ti!
Não me diga. Faz-me acreditar!
Senhora, EU TE AMO. EU TE AMO DEMAIS! Tu és minha Deusa, minha Rainha, minha Dona! Tem minha palavra, sou sincero e totalmente fiel. Acredite em mim!
Do que vale a palavra de um escravo? Você teve relações com outras mulheres depois que me conheceu?
Nunca!
Você se masturba?
Sim, mas eu te amo demais...
Como é que é? Que absurdo!
Mas a senhora é sempre a protagonista das minhas fantasias sexuais.
Que coisa mais feia! Eu estou muito triste, chateada, decepcionada.
Só me masturbo para a Senhora, eu te amo!
Odeio masturbação masculina, é traição no duro e isso vai acabar! Não quero que você se masturbe, quero que você permaneça totalmente casto na minha ausência.
É um vício, um velho hábito, mas eu te amo!
Quero uma prova desse amor. Quero saber sua dimensão e força.
Eu te amo com todas as minhas forças, faço tudo que for preciso para mostrar o quanto eu te amo.
Como assim?
Faço o que for preciso para demonstrar que meu sentimento é verdadeiro, infinito, e incorruptível.
Você pararia de se masturbar por mim?
Sim Senhora!
Jure!
Claro! Eu prometo solenemente abandonar a masturbação.
Que mulher é essa?
Conheci Rainha Roxxana faz alguns anos. Uma morena exuberante com cabelos negros, alta, corpo violão desfilando nas calçadas de Ipanema. Ela fazia meu tipo! Na época, eu não acreditava em amor à primeira vista. Hipnotizado, eu a segui de maneira dissimulada, fingi estar fazendo compras quando nossos olhares se cruzaram, fiquei muito interessado, coloquei algumas compras no carrinho e a perseguição continuou discretamente pelo mercado. Finalmente eu a abordei delicadamente na saída. Sorri, gentilmente ofereci ajuda, mas ela agradeceu e recusou. No entanto, eu insisti educadamente e ela acabou aceitando.
O que aconteceu de verdade? Rainha Roxxana estava procurando um novo companheiro, um escravo parar servi-la 24h horas por dia e 7 dias por semana. Ela resolveu “capturar” um homem se fazendo de vítima, usando sua percepção aguçada e seu instinto feminino, enfim demonstrando sua sensualidade.
Trocamos algumas palavras cordiais, eu não contei vantagem, evitei frases feitas, gírias, enfim falei o necessário, não fiz galanteios baratos, nem cometi tolices. Ajudei-a colocar as compras no táxi e me despedi educadamente. Nada mais do que isso...
Rainha Roxxana percebeu um alto potencial submisso daquele homem e o enfeitiçou com seu fetiche traiçoeiro...
Eu pensei em pedir o telefone dela, mas acabei desistindo, pois não queria ser tão direto, nem bancar o Don Juan do supermercado! Seria muito para um primeiro encontro, mas decidi deixar meu cartão de visita.
Pensei que ela não fosse me ligar, mas dois dias depois meu celular tocou quando voltava do trabalho. Era Rainha Roxxana me convidando para um drink. Descobrimos que além de morar próximos um do outro, trabalhávamos a apenas poucos quarteirões de distância. Como nunca havíamos nos visto antes?
Jantamos, bebemos, rimos e nos conhecemos melhor. Eu estava ficando encantado com a simpatia, eloqüência e inteligência daquela bela mulher, depois eu a levei até sua casa e ela me disse que seu noivo estava viajando... Fiquei triste, mas mesmo assim, nós subimos, eu tomei um café, mas estava constrangido, ao ouvir ela afirmar que tinha um relacionamento aberto, franco e que não haveria problemas. Que decepção, ela era comprometida!
Como queria evitar problemas, decidi esquecê-la, mas ela voltou a me ligar e mandar e-mails, mensagens de texto, esse tipo de coisa. Um dia eu perguntei por e-mail o que ela queria comigo. Ela me respondeu dizendo que havia gostado muito da minha companhia. Ela se sentia atraída por mim e estava interessada em fazer uma “coisa especial” comigo, realizar uma fantasia, algo que não podia fazer com seu noivo.
Quando perguntei que “coisa” era essa, ela me respondeu que só me diria sussurrando no meu ouvido, só quando estivéssemos a sós. Ela afirmou que seria maravilhoso, de fato era seu sonho, algo que ela queria muito fazer.
Um dia eu a acompanhei até a casa de uns amigos, parecia que um deles iria se mudar para o exterior e haveria uma despedida. Ela estava linda, muito sensual, do alto de seus saltos, com um vestido decotado, transparente e provocador. No caminho ela me confessou que havia terminado com o noivo e estava muito infeliz. Senti-me aliviado, porém solidário com a dor que sentia.
Naquele dia nós nos beijamos pela primeira vez. Fui até o apartamento dela e foi uma noite maravilhosa. Lá pelas tantas eu perguntei o que havia acontecido com o noivado. No entanto, ela me disse que não queria mais falar no assunto, pois estava muito triste e chateada.
Com o passar do tempo, Roxxana disse que a relação deles havia se esgotado naturalmente porque não havia confiança mútua e fidelidade total. Além do mais seu ex-noivo não conseguia satisfazê-la sexualmente, realizando suas fantasias. Não tocamos mais nesse assunto. Mas eu fiquei curioso...
Um dia eu perguntei a minha nova namorada e futura Dona se o rompimento da sua relação estaria de alguma forma relacionada com sua fantasia, àquela “coisa especial” secreta que ela havia mencionado, com seu desejo mais íntimo ainda não realizado. Ela confirmou, dizendo que sim e me perguntou se eu gostaria de deixar uma mulher muito feliz. Eu respondi: “Claro, por que não?”.
Você realiza minha fantasia secreta?
Mas é claro, seria maravilhoso. O que tenho que fazer?
Nada apenas confiar em mim e se entregar...
Então, eu vi uma chama se ascendendo no seu olhar. Naquele dia ela me abraçou com tanta força que eu quase perdi a respiração.
A surpresa
O tempo foi passando... Um dia, já havia me esquecido daquele papo, estávamos nus namorando na nossa cama, Roxxana se levantou da cama e pegou um par de algemas da sua bolsa. Ela disse para eu ter calma, se antecipando a minha reação de susto ou defesa. Ela beijou minha boca, disse em meu ouvido que eu poderia confiar nela, foi assim: “Chegou à hora de realizar mina fantasia. Deixe-me te domar, se entregue por inteiro, seja meu essa noite, será maravilhoso”. Então eu relaxei e permiti, ela pegou meu pulso esquerdo e prendeu na guarda da cama. Roxxana beijou minha boca novamente. Senti uma estranha sensação. Minha respiração já estava ficando ofegante quando ela pegou meu outro pulso e prendeu no outro lado da cabeceira.
Ficamos nos olhando profundamente, sem piscar, então ela disse que sempre sonhou ter um homem atado à sua cama, preso, louco de prazer, submisso, completamente apaixonado e fiel.
Essa era a fantasia secreta de Roxxana, um sonho que ela queria tanto vivenciar. Eu decidi realizá-la, por que fiquei curioso e não queria decepcionar minha nova namorada. Então ela montou em mim, como se eu fosse um cavalo, cavalgando como uma louca apoiada em meu peito nu, encaixada em meu pênis ereto, Roxxana apertou meus mamilos, depois puxou, torceu, me acariciou, beijou minha boca, me arranhou, puxou meus cabelos, sentou-se em meu rosto, fizemos sexo oral simultaneamente. Ela tremia, mordia, me arranhava, gemia, urrava e gozava como louca na minha boca.
Que mulher é essa? Que coisa louca! Depois Roxxana me vendou, me bateu no rosto, me xingou de safado, estava apavorado, excitado e feliz. Eu ria e gritava de prazer. Finalmente ela me amordaçou e começou a passar a mão no meu saco, massagear minhas bolas, morder, puxar levemente, depois ela acariciou meu períneo e brincou com meu ânus. Meu pau estava duro como pedra.
Roxxana amarrou meus tornozelos e eu fiquei totalmente indefeso. Então ela começou novamente a bolinar meu ânus, colocou lubrificante e me penetrou com seus dedos. Em pânico, eu contraía meu esfíncter, tentava resistir, lutar, mas era inútil. Fiquei puto, gemi, senti muita vergonha, medo, dor e prazer. Roxxana dizia: “Me morde meu escravo, força, tente me deter...”
Confesso que bateu um grande desespero, tudo passou na minha cabeça! Queria fugir das correntes que me mantinham cativo, mas Roxxana dominava a situação. Ela sussurrou calmamente no meu ouvido que a fantasia dela estava se realizando lindamente. Ela disse o quanto estava gostando de mim, queria ir até o fim, então afirmou que eu não deveria sentir medo ou vergonha, eu poderia confiar nela totalmente.
Roxxana pediu para eu não resistir, me mandou relaxar para não sentir dor, só prazer. Então eu me submeti. Naquela noite ela me penetrou com seu consolo de mão! Doeu muito no início, mas ela estava feliz, fui relaxando, depois vieram incríveis ondas de prazer. Todo o medo e vergonha passaram quando finalmente ela se deixou penetrar por mim. Eu gozei como um louco, temendo, urrando, amordaçado, acorrentado naquela cama. Minha “macheza” não foi afetada, mas a cama quase caiu!
Dormi amarrado ao Lado de Roxxana, indefeso, quase imóvel, preso na cabeceira de sua cama. No dia seguinte meus pulsos estavam em carne viva, quase roxos. Acho que tive que usar camisa de manga comprida para disfarçar as marcas e arranhões durante três dias. Eu não sabia, mas meus dias de submissão estavam começando.
Apaixonei-me perdidamente por uma mulher linda, mas sádica e pervertida! Fui trabalhar no dia seguinte, mas não pude desviar meu pensamento de Roxxana nem por um minuto, mandei muitas mensagens de agradecimento pela deliciosa noite de prazer que havíamos vivido. Na verdade queria um repeteco, imaginando o que ela iria aprontar comigo!
Aos poucos fui me tornando seu escravo, ficando cada vez mais dependente, passivo e submisso.
Provação
Boa noite Senhora! Como vai?
Escravo, de joelhos. Quero saber como foi sua semana? Conte-me tudo!
Foi ótima! Senti sua falta. Minhas costas estão me matando, mas felizmente vendi muitos pares de sapatos. Aqui está a minha comissão, digo sua comissão. Trouxe essas flores e sua roupa passada!
Ótimo, mas eu quero saber se você andou se masturbando? Não minta!
A Senhora sabe que eu sou totalmente fiel...
É o que todos dizem!
Eu sou apaixonado por minha dona.
Está bem, chega dessa lenga, lenga e me responda.
A Senhora sabe que eu jamais mentiria não é?
Claro, mas fale logo! Desembucha... Você se masturbou ou não? Preciso saber.
Minha Senhora, eu tentei resistir, fiquei casto na segunda-feira, foi tranqüilo. Na terça-feira eu também me mantive casto, mas foi muito difícil. Na quarta-feira, infelizmente, eu não me agüentei mais, eu me entreguei ao meu vício. Foi um momento de fraqueza. Desculpe-me...
ESCRAVO! VOCÊ É UM VERME NOJENTO, IMPRESTÁVEL E INFIEL...
Como? Desculpe-me Senhora, foi sem querer, foi em sua homenagem, foi para ti. Não te traí... Não tive intenção!
Pode ir embora daqui, você não serve para mim.
Por favor, me perdoe, pois não sei como me controlar. Eu tentei, juro, mas não consegui, sou um fraco, mas te amo! Castigue-me quanto quiser, mas não me deixe. Não posso viver sem ti.
O quê? Seu verme! Não me irrite mais ainda, cale-se. Tire a roupa imediatamente. Você vai ser castigado como nunca. Você precisa de um corretivo.
Perdão minha Senhora!
Já para o quartinho de empregada...
Rainha Roxxana começou a chorar, fiquei surpreso. Não imaginei que ela estava tão triste assim. Mas era apenas raiva! Estava morrendo de medo! Despi-me no quartinho de empregada, transformado em pelourinho por minha dona. Rainha Roxxana estava furiosa, ela me pendurou pelos pulsos no gancho do teto, colocou um plugue anal no meu cu, me amordaçou, prendeu meus mamilos com pregadores de roupa novos, acorrentou meus tornozelos, me vendou e foi embora; Fiquei pendurando durante horas, desesperado, meus pulsos queimavam, minha bunda ardia, estava desesperado. Pensei que fosse ficar ali para sempre;
Rainha Roxxana voltou muitas horas depois, ela ainda estava chorando, seu rosto estava inchado! Então, ela me deu uma bela surra de chicote, quase desmaiei de tanta dor, foram mais de cinqüenta chibatadas no lombo. Depois, ela me algemou com as mãos para trás e me colocou na jaula. Passei a noite lá, chorando de arrependimento. Na manhã seguinte estava exausto, todo lanhado. Finalmente minha Rainha me soltou, tirou o plugue de dentro das minhas entranhas, colocou uma coleira em meu pescoço e me arrastou até o nosso quarto. Lá tivemos uma conversa muito séria.
Escravo, quero que você permaneça casto para mim, isso é muito importante. Estou falando sério, se você não estiver a fim de me obedecer, é hora de partir.
Por favor, minha Senhora me ajude a ser forte! Mostre-me como posso ser digno de ser teu escravo. Dê-me uma segunda chance. Nunca mais vou me masturbar. Ficarei casto quanto tempo for preciso. Faço qualquer coisa para provar que eu te amo. Reconheço que errei, mas fui sincero, não menti, sou fraco, mas sou sincero. Eu preciso da tua ajuda. Não sei viver sem ti.
Quero saber se você esteve com outra mulher?
Não estive com nenhuma mulher. Não mesmo! Nem em sonhos, nunca, jamais!
Não acredito nisso. Vocês homens têm mentiras gravadas no DNA. São todos mentirosos.
Juro, só penso na minha dona. Sou absolutamente fiel!
Você disse que ia ficar casto e se masturbou. Como posso acreditar em você? Seus hormônios te traem.
Não, eu não menti. Eu não minto para minha dona; Castigue-me, mas por favor acredite em mim; Perdoe-me, por favor!
Vou pensar, enquanto isso você permanecerá na jaula durante todo o fim de semana. Na segunda-feira vou me decidir o que farei contigo.
O pobre escravo retornou para sua jaula e permaneceu acorrentado pelo pescoço, algemado pelos pulsos, preso desconfortavelmente durante o resto do fim de semana. Ele estava arrependido, faria tudo para não desapontar mais sua dona. Na manhã da segunda-feira Rainha Roxxana abriu a jaula e libertou seu escravo para uma conversa definitiva.
Venha escravo, vou te libertar, nós vamos ter outra conversar e depois você vai trabalhar para pagar minhas contas.
Sim Senhora, com muita honra, quer que eu prepare seu desjejum antes de sair?
Não estou atrasada, além do mais seu café é uma porcaria! Acho que já sei o que fazer contigo. Vou bloquear tua masturbação definitivamente. Você vai usar um cinto de castidade masculino e eu vou ficar com a posse das chaves.
Como? Ta brincando? O quê é isso?
Não mesmo, estou falando sério. Vai dizer que você nunca ouviu falar em cinto de castidade?
Sim, claro que já ouvi falar, são objetos parecidos com biquínis de metal com um cadeado enorme na frente... Já vi em filme!
Isso mesmo... Só que você vai usar um modelo masculino.
Mas isso foi na idade média, nos tempos das cruzadas, das armaduras, dos cavaleiros e das donzelas! Além do mais, os cintos de castidade eram femininos.
Não é bem assim. Garanto a você que os cintos de castidade evoluíram, hoje há diversos modelos masculinos!
Cinto de castidade masculino? Caramba, não acredito! Como é isso? Estou surpreso!
Então fique sabendo que cintos de castidades masculinos para homens infiéis existem. Os modelos modernos são discretos e a prova de fugas. Eu te juro que vou colocar um desses trancado no teu ventre. Teu sexo não vai mais pertencer a você, nem tua libido, por que só eu terei as chaves. Você só vai sair se eu quiser e enquanto estiver trancado não vai poder gozar ou se masturbar. Sinto, mas você vai ter que usá-lo permanentemente se quiser continuar me vendo.
Ai meu Deus! A Senhora está falando sério?
Sim, Por que? Já vai desistir? Mudou de idéia? Ontem você pediu para sair da jaula, pediu clemência, afirmando que já havia tomado uma decisão. Disse que faria o que eu quisesse. Na verdade, você afirmou que faria qualquer coisa para interromper o vício egoísta e odioso da masturbação. Pediu para eu te mostrar o caminho... Pensei o final de semana inteiro e cheguei a uma solução.
A Senhora tem razão! Tudo que eu disse continua valendo, sou um homem de palavra! Juro que faço qualquer coisa que a Senhora mandar, só quero te servir, mantê-la quente, confortável e feliz. Não quero mais voltar para a jaula! Se tiver que usar um cinto de castidade trancado no meu ventre tudo bem...
Nunca acreditei em palavra de homem, mas vou te dar mais uma chance. Só que enquanto teu cinto não chega, por via das dúvidas, você vai usar esses lacres ao redor do teu pau!
Oh, não... Mas não é um tanto radical?
Sim, mas você usará os arreios do inferno se quiser ficar comigo. Vai doer um pouco, mas você está acostumado a sofrer, logo se habituará e em pouco tempo nem se lembrará mais dos seus pequeninos anéis escrotais e penianos.
Não vai me fazer mal? Prender a circulação?
Não fique tranqüilo, vou te inspecionar regularmente, vou estar sempre por perto te vigiando.
Não sei se conseguirei usar isso constantemente! Tenho medo de não suportar.
Vai sim, ao menos você vai tentar. Com os anéis presos ao redor do teu sexo, vai ser bem mais difícil me trair se masturbando. Nem pense em cortá-los porque esses lacres são enumerados. Por hora, você vai voltar a morar aqui no teu antigo apartamento. Vai dormir na tua jaula bem amarradinho. Eventualmente ficará em minha cama para me servir oralmente! Até o teu cinto de castidade masculino chegar você não terá mais alívio, isto é, viverá sem sexo, isso inclui ereção, masturbação, penetração e orgasmo. No entanto, se eu estiver disposta, posso mudar de idéia, depende do teu comportamento, da minha libido e tua dedicação. Claro, eu estou livre para fazer o que quiser, inclusive sair com outros homens se eu me sentir entediada, ou te penetrar! Ai...
Cinto de Castidade
Dois meses se passaram...
Finalmente chegou minha encomenda. Como demorou! Nossa, é pesado! É tão pequeno, bonito, atraente e que design moderno! O modelo que eu escolhi é muito cruel mesmo, mas é seguro, isso é o que importa. Ah, meu escravo é forte, ele vai suportar, pois vou ajudá-lo. Deixe-me ler o manual, deixe-me ver o que diz...
Hum, então é assim que se coloca... Que horror!
O fabricante não se responsabiliza por danos causados por... Blá, blá, bla... Sempre a mesma coisa, a mesma lengalenga. Por que todo manual é assim?
Ah, liga de aço e tungstênio virtualmente indestrutível, acabamento em cerâmica e silicone aderente, muito bom! Então escapadas são mesmo impossíveis. Cadeado suíço com trava embutida. É, valeu cada centavo que eu paguei. Hoje meu escravo não me escapa! Vou ligar para contar à Laura.
Dói, dois, três...
Alô, Laura? Aqui é Roxxana!
Oi queridinha, tudo bem?
Tudo e você? Escuta, meu escravo está ai por perto?
Sim ele está lá embaixo atendendo as clientes, a loja está cheia. Quer falar com ele?
Não, nem diga que eu liguei, deixe-o trabalhando! Eu preciso te contar uma coisa M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, mas antes quero saber uma coisa...
Fale! O quê?
Quero saber se meu escravo tem trabalhado direitinho, chega cedo, sai tarde, continua prestativo, paciente e educado com as freguesas? O desempenho dele caiu?
Não ele está cada vez melhor. Ele é um rapaz ótimo. Educado, atencioso, passa o dia ajoelhado calçando e descalçando as clientes, subindo e descendo as escadas do jirau com muita dedicação. Graças a você, eu encontrei um empregado ótimo, ele nunca se atrasa, reclama ou fica de mal-humor. Mas o que você ia me contar?
Uma coisa incrível que vai acontecer, nossa vida vai mudar para melhor!
Não me diga que...
Sim, o cinto de castidade dele chegou agorinha, mal posso esperar para trancá-lo no ventre do meu escravo.
Como é o cinto?
Ah, é lindo, pesado, prateado, superseguro, mínimo... Imperceptível abaixo das roupas.
Você está mesmo animadinha! Posso notar pelo som da tua voz!
Claro, será uma experiência maravilhosa para mim!
Você acha que ele vai topar?
Claro que vai, ele é muito submisso. Na verdade ele já está casto. Lembra-se dos lacres que eu forcei ele a usar...
É mesmo! Você é demais...
É que eu fiz a cabeça dele! Além disso, não deixarei alternativa. Será tipo pegar ou largar...
Você é muito mais cruel e sagaz do que eu imaginava.
Nem tanto, não faço isso por maldade, mas por prazer e controle! É pela nossa relação.
Quanto tempo ele vai usar o cinto?
Quero tomar posse do que já me pertence. Se depender de mim, ele usará o cinto para sempre! Nunca mais vai tirar.
Nossa você deve estar brincando!
Não mesmo, quanto mais tempo ele permanecer casto, mais dependente de mim ele ficará.
Ele vai sofrer muito!
Vai sim... Com certeza!
E você vai adorar! Sua vadia sádica! *Kakakaka*
*Kakakaka* Será maravilhoso mesmo!
Roxxana. Será que ele agüenta o tranco?
Sei que ele vai sofrer um pouco no início até se acostumar, na verdade não vai ser fácil, mas depois será maravilhoso. E eu sempre vou estar por perto para dar aquela força. Depois, será só entrega, dominação e prazer!
Você vai matar o coitado de frustração...
O uso prolongado do cinto de castidade masculino não vai matá-lo, mas vai moldar sua personalidade. Ele vai se tornar cada vez mais frustrado sexualmente, cada vez mais dependente de mim, do alívio que em tese eu posso proporcionar, mas sempre nego. Na verdade, o cinto de castidade será um tempero a mais na nossa relação.
Só de ouvir isso, fico toda molhada Roxxana! Assim que puder, vou comprar um para o meu marido também!
Amiga, faça isso! Eu recomendo se você quer ter certeza absoluta da fidelidade dele. Isso me fascina, me excita! Sem falar na sensação de controle sexual que nós tanto gostamos.
Já controlo a sexualidade do meu marido, ele também é meu escravo, você sabe disso, você me ensinou! Faço o que eu quero com ele, mas controle nunca é demais não é? Quero mais!
Claro! Você tem esse direito. Através do cinto de castidade, poderemos controlar todos os aspectos da vida deles, não apenas a sexualidade. Hoje à noite meu escravinho vai levar um baita susto quando chegar do trabalho. Hoje vai nascer um novo homem...
Ele não perde por esperar!
Laura! Falando nisso, por favor, feche a loja mais cedo hoje, mande-o rapidamente para casa, por volta das cinco, mas não comente nada para ele amiga... Diga que eu mandei ele ir para casa imediatamente.
Claro! Mas depois você me conta todos os detalhes Okay?
Combinado! Acho que vou filmar tudo! Bem, vou deixar vocês trabalharem agora... Tchau, um beijinho...
Tchau, outro!
Rainha Roxxana havia convencido seu escravo de que toda dor masculina é “necessária, mas insuficiente”. A agonia causada pela castidade trará motivação e disciplina. A subserviência, lealdade e desprendimento vêm com o tempo. De nada adianta resistir, se rebelar ou lutar, pois o escravo deve aceitar seu celibato docilmente, humildemente, resignadamente, encarando tudo como um grande presente de sua dona. A castidade compulsória masculina é uma experiência diferente e excitante para ambos os gêneros de um casal. Depois de passar pelo difícil período de adaptação, tudo fica maravilhoso.
Depois de três semanas sem retirar os malditos lacres que torturavam continuamente seu sexo, o escravo da Rainha Roxxana estava em permanente agonia. Os lacres continuavam desconfortavelmente atados ao redor do saco e do pau. De vez em quando Rainha Roxxana providenciava um ajuste, um pequeno aperto para garantir que não haveria vaselina no mundo capaz de proporcionar uma fuga. O pobre homem estava enlouquecendo com assaduras, com o desconforto e com a brutal forma de castidade que havia sido imposta. Seria fácil por um fim naquela agonia, mas se ele cortasse os lacres teria que enfrentar a fúria da sua dona seguida de uma separação.
Naquela tarde, Rainha Roxxana se vestiu apropriadamente para receber o escravo. Ela usava apenas lingerie, acessórios de couro (gargantilha, braceletes, luvas) e calçava botas de cano absurdamente alto, bem acima dos joelhos. Assim que chegou, o escravo foi conduzido até o pequeno quartinho, então teve seus punhos atados aos ganchos do teto e recebeu uma pequena surra de chicote.
Escravo, tenho uma grande notícia para te dar, hoje começa seu período de castidade forçada. Teu cinto de castidade chegou!
Oh, não! Quer dizer, que ótimo! A Senhora vai tirar os lacres?
Claro que vou! Mas o que foi? Que cara é essa? Você não está feliz? Pensei que você gostasse de me proporcionar prazer. Não é isso o que você diz enquanto faz sexo oral comigo?
Não é isso, só fiquei surpreso. Muito surpreso! Ao menos vou ficar livre desses lacres infernais.
Hoje vou cortar esses lacres que tanto te machucam e incomodam. Mas você não vai ficar livre! Você vai ganhar sua pequena cueca de metal!
Quanto tempo eu terei que usar o cinto de castidade até a Senhora me perdoar?
Querido escravo, a sua castidade não tem nada haver com perdão ou castigo! É questão de fidelidade, controle e prazer! Decisão minha, meu tesão! Só que não sei dizer exatamente quanto tempo você ficará casto, afinal não sei quanto tempo vou agüentar ficar te vendo com o pintinho acorrentado, mas tomara que seja por muito tempo! Acho que depende bastante de você, do seu comportamento, da sua dedicação, da sua capacidade de me provocar. Se eu estiver bastante motivada te deixo sair, tudo dependerá do meu humor e da minha libido!
Eu te amo demais, faço qualquer coisa pela Senhora, dou minha vida por ti, fico casto, mas o cinto de castidade masculino de aço é mesmo necessário? Já sou submisso, fiel e obediente! Por favor, me liberte desses malditos lacres.
Através do cinto controlarei tua libido, tua sexualidade e todos os demais aspectos da tua vida. Você sabe como isso é importante para mim? Pense no cinto de castidade como uma certidão de propriedade! Um ícone da minha sensualidade e feminilidade possessiva.
Já sou teu, meu coração te pertence! Meu espírito é teu... A senhora já tem tudo!
Por isso mesmo eu te quero casto, por que se isso for verdade não fará muita diferença para você.
Castidade masculina é tão radical...Não sei como suporto esses lacres!
Claro que é radical, mas é bonito te ver assim, sofrendo por mim, pelo nosso amor, pela nossa relação, nosso jeito de viver. Então não é exagero. O cinto de castidade é muito mais confortável que os lacres. Eu garanto! Você vai viver melhor com ele. Nós vamos viver melhor a nossa relação de Rainha e submisso.
Como funciona o cinto de castidade que a Senhora comprou?
Eu te explico. É bem simples, tem um tubo de metal curvo que envolve o teu pênis completamente e uma pequena argola ajustável que fica ao redor da base do saco.O tubo tem um pequeno orifício para a urina sair e um contra-pino que impede que o teu pau escape por trás. A argola se prende a um cinturão de aço afivelado e trancado acima dos teus quadris. Uma fina haste de metal arredondada, que desce por entre tuas nádegas, se prende ao tubo atrás do teu saco e ao cinturão nas tuas costas, mantendo todo o conjunto firmemente trancado. Alguma pergunta?
Sim. Como o contra-pino funciona?
Ele fica preso na tua glande.
Como?
Através de uma pequena incisão. Não se assuste, não vai doer muito. A cicatrização é rápida, no máximo cinco dias... É como um brinco, parecido com a trava que eu pus na tua língua.
O cinto não me parece muito confortável...
Não diria que é confortável, mas é melhor que o lacre. Você agüenta!
Posso vê-lo?
Sim vou te mostrar em breve, mas antes preciso te depilar. O design é lindo! Ele foi feito de uma liga de aço especial que só pode ser cortada por laser. As chaves são suíças e não podem ser copiadas. O mecanismo do cadeado fica embutido é inviolável!
Fugas são impossíveis, não é?
Claro que são impossíveis! Isso só me trará tranqüilidade e alegria...
Sim, Senhora entendo...
O que você está pensado escravo? Seja sincero! Vamos tomar uma grande decisão hoje.
Desde que a Senhora mencionou a castidade masculina forçada e os cintos de castidade, eu sabia que esse dia chegaria, tentei me preparar para aceitá-lo, mas estou apavorado! Por favor, me ajude, não sei se sou forte o bastante! Não sei se posso suportar a castidade.
Querido, você não precisa ser forte, para isso existem as correntes e o cadeado. Além do mais eu vou estar por perto para ajudá-lo. Conte com meu apoio e meu “consolo”.
Obrigado Senhora! Se eu estiver ao teu lado, então sei que posso suportar tudo! Se a Senhora me quer casto, então ficarei casto para ti! Vou usar cinto de castidade...
Ótimo, então vou soltar teu braço esquerdo, se você quiser se masturbar pela última vez, eu deixo. Mas quero que você goze no meu pé, só que você vai limpar a sujeira com tua boca! Depois disso, vou instalar o cinto de castidade e você passará um longo tempo casto para se adaptar; Combinado?
Combinado!
Rainha Roxxana ficou olhando o seu escravo se masturbar. Como fazia bastante tempo que ele não ejaculava, não demorou muito até o orgasmo chegar. Em menos de cinco minutos ele derramou o gozo nos pés de Rainha Roxxana e no chão. Enquanto isso, ela ria debochadamente. O escravo foi colocado de joelhos e mesmo a contra gosto providenciou uma “limpeza” completa com sua boca. Logo em seguida ele voltou para as correntes.
Agora vou cortar os lacres com o estilete, não se mova, não quero te ferir. Depois vou te depilar e te preparar para fazer o furo na tua glande para instalar o contra-pino. Vai doer um pouco na hora, mas passa logo!
Não tenho alternativa ao uso do cinto? Posso continuar com os lacres?
Não, pois os lacres podem te fazer mal. O uso do cinto de castidade é obrigatório! Já discutimos isso. Você concordou... Não seja chorão...
E se eu não quiser usá-lo?
Então vou te soltar, mas estará tudo terminado entre a gente; Pense bem no que você está me dizendo. Entenda que você é livre para desistir da castidade, mas isso significará que está tudo acabado entre nós. Eu vou me ausentar e volto em uma hora. Assim você terá mais tempo para pensar. Não quero te obrigar a nada.
Senhora, não vá! Já tomei minha decisão. Fique, me torne casto, quero ser teu escravo para sempre...
Não, vou voltar em uma hora. Enquanto isso, você fica ai acorrentado, pense bem.
Rainha Roxxana passou lubrificante no rabo do escravo, enfiou um plugue anal, providenciou que os prendedores de mamilos estivessem colocados, pos uma venda, deu duas chicotada nas nádegas e uma outra no pênis, depois se despediu com um delicioso beijo na boca. Mas antes de sair, ela pôs uma mordaça de bolinha na boca do escravo.
Exatamente uma hora depois ela voltou e retirou a mordaça e a venda do escravo...
Escravo, já se passou uma hora. Você já decidiu? Tem certeza da sua escolha?
Sim minha Rainha. Já tomei minha decisão. Estou absolutamente seguro da minha escolha. Quero ficar com a Senhora, não importa o que eu tenha que fazer.
Na minha mão direita está a chave das correntes que te mantém cativo, na outra mão está a agulha que vai te perfurar a glande, essa é a sua última chance de desistir. Você quer que eu faça a incisão? Quer que eu instale o contra-pino?Sim eu quero.
Então implore! Convença-me.
Por favor, eu peço, eu quero, eu desejo, eu imploro, eu mereço, coloque o cinto de castidade em mim. Eu desejo ter totalmente fiel, quero ser teu para sempre! Nunca mais quero te perder. Não sei viver sem ti. Faça logo esse furo em mim. Instale o contra-pino na minha glande. Eu não ligo para a dor se estiveres ao meu lado.
Ótimo escravo, relaxe, não vai doer tanto quanto os furos que eu fiz nos teus mamilos ou na tua língua. Eu prometo! Primeiro gelo para anestesiar o local. Depois um pouco de vaselina, agora vou passar o tubo, instalar o anel, desinfetar a área, não queremos uma infecção aqui. Você sabe que eu sou rápida e certeira com agulhas. Não quero te provocar mais dor do que você pode suportar, além do mais, meu objetivo é te manter casto. O furo será pequeno, eu prometo, você vai adorar a castidade...Ai! Ui, ai, ai, ah...
Calma, não chore, seja forte... Ai...
Pronto já acabou! Nem saiu sangue. A incisão foi perfeita. Está lindo. Vamos prosseguir! Ai...Doeu tanto assim?Mais ou menos... Ui, ai! Arde...
É normal. Agora vou tirar a sua venda, assim você poderá ver o resultado do meu trabalho, antes que eu coloque o resto do cinto de castidade.
O furo é pequeno, mas o contra-pino é grande e pesado!
Nem tanto, entenda que ele deve impedir que teu pau “escape” por trás... Não se preocupe ele ficará preso no tubo!
O que é isso na minha uretra?
É o caninho que fica embutido na tua uretra para dar sustentação e aderência. Ele se prenderá na trava e na pontinha do tubo. É parte do cinto de castidade. Fique tranqüilo, vai te ajudar a urinar sentado, sem fazer muita sujeira. Os alemães pensam em tudo...
Agora fique quieto que eu vou instalar o resto...
Rainha Roxxana desinfetou bem a área da incisão com merthiolate, o pobre escravo ganiu de dor. Depois ela pegou o cinturão, pediu que o escravo inspirasse profundamente e expirasse com força. Então ela colocou o cinturão ao redor da barriga do escravo, apertou o máximo que pôde, prendeu a haste e finalmente o “grand finale”. Rainha Roxxana se concentrou, sorriu e trancou o cadeado.Que emoção! Depois ela verificou que o conjunto estava realmente firme, alisou, abraçou, acariciou e beijou profundamente a boca do seu escravo, que imediatamente sentiu tesão, mas teve sua ereção violentamente interrompida, negada dolorosamente pelo cinto de castidade. Ah, ai...
Pronto agora você é meu, que lindo, que delícia, você está sentindo o cinto funcionado?
Ai, sim, não posso me excitar, dói!
É melhor você se acostumar com isso, logo a dor passará quando a incisão cicatrizar, mas a sensação de frustração é permanente; Você deve se lembrar que não pode ter ereção sem meu conhecimento e consentimento.
Como está se sentindo? Não foi tão ruim assim?
Claro que não, estou orgulhoso de poder servi-la, estou feliz por usar um cinto de castidade. Mas tenho medo de não suportar tamanha provação e te decepcionar!
Calma, vou te ajudar a superar! Vou estar por perto. Diga-me, como é o cinto? É melhor do que os lacres?
Os lacres estavam me queimando, mas o cinto não é muito melhor, é super apertado. Desconfortável, dói demais... Não vou agüentar nem uma hora, nem um minuto assim... Tira isso de mim?
Calma! Você vai sim! As primeiras horas são um grande desafio, por isso vou te deixar pendurado, preso pelos pulsos.
Não sei quanto tempo vou suportar esse cinto de castidade. A sensação é de pura claustrofobia, desespero. Esse troço vai me machucar seriamente. Está formigando... Por favor, me liberte?
Escravo, nenhum motivo é bom o bastante para eu te soltar, confie em mim. Você vai suportar. Você se acostuma. Você não é o primeiro. Dói muito!
Relaxa! Estou orgulhosa de você. Adoro o teu sofrimento. Lembra-se do que eu sempre digo?
O sofrimento masculino é necessário e insuficiente.
Isso mesmo! Não se contenha. O teu sofrimento me causa tesão, prazer, eu adoro saber que posso fazer o que quiser contigo, ter certeza que você me pertence e que não vai me trair. Acho que vou me masturbar.
Vou ficar casto quanto tempo?
Se eu quiser você vai passar o resto de sua vida casto. Não foi o combinado? Esse foi o nosso trato, você aceitou, se entregou, pediu, implorou. Só que agora você é meu. Relaxa!Mas é horrível!
Escravo, fique quieto, ou eu vou ter que te bater e amordaçar.Sim Senhora!
Assim é melhor.
Desculpe-me. Vou me comportar!
Ótimo, agora que você se acalmou, eu vou sair. Quero fazer umas compras, comemorar! Sei lá... Não posso ficar aqui, acho que vou até jantar fora. Na verdade não tem muito o quê eu possa fazer por você no momento, você deve ficar só. Esse momento é teu.
Quando vamos comemorar juntos?
Antes de dormir eu passo por aqui para ver como você está! Ai a gente conversa, se você caprichar na massagem de pé, talvez, talvez eu deixe você fazer sexo oral.
Certo! Vou te esperar ansiosamente. Vou me empenhar tanto que tenho certeza que a Senhora vai me tirar dessa prisão ainda hoje.
Essa é a idéia, mas não conte com isso! Você vai ficar permanentemente casto. Amanhã, por segurança, devo levar uma das chaves até o meu cofre bancário, a outra chave estará sempre comigo, entre os meus seios, pertinho do meu coração. Se você quiser ter mais outros orgasmos na sua vida, então você deverá saber que só eu poderei te conceder esse prazer. Todo o prazer derivará de mim. Aproveite esse tempo para pensar em formas de me proporcionar prazer, pense nisso e não me aborreça mais! Agora não tem mais volta, você é mais meu do que sempre foi...
Sim Senhora! Obrigado! Obrigado! Adoro ser teu!
Antes de sair, Rainha Roxxana abraçou, acariciou e beijou novamente o escravo casto na boca. Depois o amordaçou, vendou os olhos, ajeitou os prendedores de mamilo, enterrou um pouco mais o plugue anal, desligou as luzes, trancou a porta e saiu.
Ela foi sussurrando: “Agora ele é meu! Eu consegui, eu consegui”.

Confissões de um marido corno e casto

Confissões de um marido corno e casto.


Sou corno desde quando conheci Sandra, minha esposa. Eu a namorava e ela saia com um outro homem. Eu sabia da situação, mas não tomava uma atitude pois gostava muito dela e ela me disse que ou eu aceitava ela ir para cama com outro homem, ou terminávamos na hora. Como gostava muito dela, aceitei a situação. Nos casamos e ela passou a ir para a cama do chefe dela - também era uma situação que eu sabia. Ela até me contava detalhes como o chefe dela comia ela bem e ela gozava bastante. Fui me acostumando a ser corno e depois de um certo tempo passei a curtir a situação. passei a gostar de saber que minha esposa estava na cama com outro homem, e isso me excitava bastante.

Independente dela ter uma vida sexual bem ativa com seus amantes nossa vida sexual era muito boa também. Eu pelo menos achava, mas Sandra sempre fazia questão de dizer que ela se sentia muito mais mulher na cama com os amantes do que comigo. Ela brincava de " dar nota" e nunca passei de 3 ou 4 e seus homens sempre tiravam 10.

Mais recentemente, Sandra arranjou um namorado que mora em SP e vem ao Rio umas duas vezes ao mês. Com esse namorado, passei a participar do sexo de minha esposa, já que com os outros homens ela saia para encontrá-los e eu ficava em casa, as vezes, com tanto tesão que pegava uma calcinha usada dela e ficava cheirando, sentindo aquela cheiro delicioso de buceta, aquele odor de fêmea e me masturbava.

Como este namorado dela, ao chegar no Rio sempre passa o fim de semana lá em casa, assisto o sexo de Sandra e seu homem. Tanto ela quanto ele só andam sem roupas dentro de casa, o que me excita enormemente ver minha esposa nua, aos beijos e amassos com um homem também nu, dentro da minha casa. Quando eles vão para a cama, Sandra deixa eu ficar olhando e vejo como ele penetra nela e como ela goza e geme gostoso de tesão.

Só que, ele passou a implicar comigo, por que fico me masturbando enquanto ele come minha esposa, e por umas 2 vezes, ao gozar, melei a perna dele e a outra vez esporrei nas costas dele. Ele ficou furioso, disse para minha esposa que ter um corno olhando ele comer a mulher dele já e chato, mais ainda ter que vê-lo tocando punheta e melando tudo era demais. Desse dia em diante não fui mais permitido olhar ele comer minha esposa.

Pedi a Sandra que reconsiderasse e Sandra teve a idéia de me colorar um cinto de castidade. Depois de alguma pesquisa na Internet , foi escolhido o modelo CC Belga.. Demorou uns 2 meses para chegar ( foi importado dos USA ) e precisou de uns ajustes, Tive que improvisar e mudar a parte posterior pois era do tipo G string e achei desconfortável e não é pratico principalmente quando tinha que ir ao banheiro. Mudei para um sistema de correntes em V , mas depois de tudo ajustado, uma vez colocado, não posso ter ereção e nem tirá-lo. Somente Sandra tem a chave. Tive também que me adaptar, mas não foi muito difícil. Ele é pratico e com um pouco de tempo, a gente se costuma e não incomoda. Fui obrigado a depilar todos meus pentelhos e aprender a urinar sentado, já que meu pau fica " preso" sem condições nenhuma de eu poder segura-lo- Com isso , dei adeus também as minhas masturbações.

Sandra estipulou para mim um período de 2 semanas seguidas de cinto de castidade. Ou seja, somente fico "em liberdade" de 15 em 15 dias. No dia 15 do mês, Sandra abre o cinto de castidade e sou autorizado a me masturbar. Se minha esposa estiver de bom humor, ela fica nua, abre as pernas e deixe eu olhar e cheirar sua buceta (lamber não é permitido) enquanto me masturbo. Passo todo o dia sem cinto e toco umas 3 punhetas , aproveitando minha liberdade. Ao final do dia, ela me " tranca" de novo. No fim do mês quando ela me tira o cinto de novo, aí sou "presenteado" (caso tenha tido um bom comportamento durante o período de castidade) a ter sexo com ela. Em outras palavras, agora só tenho 12 relações sexuais ao ano. E olhe lá !!! As vezes, por alguma coisa que eu faço e Sandra não gosta, ela cancela minha punheta ou minha relação sexual.

Mês passado por exemplo, por uma briga que ela teve comigo, ela cancelou os dois - fiquei sem punheta e sem sexo, Um mês inteiro de cinto de castidade. Foi terrível. Já aconteceu antes e com isso minha "estatística" de 12 vezes ao ano com sexo não se mantém, também minha masturbação mensal já foi cancelada algumas vezes. Por isso, procuro ser o mais obediente possível a minha esposa. Obedeço a ela em tudo que ela ordena eu fazer, fico totalmente servil a ela e seu namorado. Já uso cinto de castidade há quase um ano e apesar de tudo estou gostando.

E excitante ver minha esposa nua na cama com outro homem e não poder fazer nada , nem direito a uma ereção. Para um corno como eu é muito gratificante. Sinto-me mais corno e mais submisso a minha esposa Nosso relacionamento esta ótimo, passamos semanas sem uma única discussão e faço todas as vontades de Sandra, a obedeço em tudo que ela manda eu fazer. Antes de cinto de castidade, tínhamos também uma vida normal mas havia sempre aquelas brigas e discussões, normais entre um casal, as vezes por razoes fúteis. Agora, que sou tolamente submisso a ela , o uso do cinto de castidade me fez mais apaixonado por Sandra – estamos vivendo muito melhor que antes.

Não me importo que ela tenha um amante, afinal ela já tinha antes e sempre disse que eles comiam ela melhor do que eu. Tenho que humildemente aceitar isso. Se ela agora tem um homem que a satisfaz na cama e já que não precisa do marido para sexo, nada mais natural que me colocar num cinto de castidade. Isso dá um ponto final nas minhas constantes masturbações que eu tinha enquanto ela transava com seu amante.

Afinal, não preciso satisfazê-la sexualmente. Minha função como marido corno, é ser totalmente subserviente a ela, obedecer suas ordens e servi-la e ao seu namorado.

Agora posso ficar olhando ela na cama com o seu homem. Posso vê-la sendo penetrada e gozando, posso escutar ela gemendo de tesão quando ele faz sexo oral nela ou quando ele come o cu dela. Acho lindo vê-la nua na cama de 4 , dando o cu para ele.

Depois de terem se deliciado com o sexo, estão cansados e minha obrigação é preparar o banho deles. Nossa banheira é bem grande e os dois entram juntos. Começo então a lavá-los e ensaboá-los. Adoro esta parte pois posso passar a mão pelo corpo de Sandra, seus seios, sua bunda, passar minha mão na sua buceta (que um dia foi só minha) e limpá-la do esperma dele. Minha mão fica sempre toda melada de esperma , quando faço sua " higiene intima"

Tenho também que lavar o namorado dela. Pego com cuidado seu membro e lavo ele todo, puxo a pele da glande para trás , expondo a cabeça do pau e suavemente passo minhas mãos ensaboadas e depois enxáguo tudo deixando o pau dele todo limpo.

Lavo também o saco , sinto sua " virilidade" suas " bolas" aquele "exemplo de macho " nas minhas mãos , e fico feliz de minha esposa de ter um homem viril e potente na cama com ela.... enfim deixo ele limpo e perfumado para comer minha esposa de novo.

Não me importo de ter que me submeter a isso. Afinal minha obrigação como marido corno não é servir minha esposa ? .......pois faço isso e gosto muito.

Agradeço minha esposa pela genial idéia de me colocar num cinto de castidade - ela inclusive já me avisou que não tira mais o cinto de mim. Enquanto estivermos juntos terei que usar este cinto de castidade. Estou achando ótimo.

Uma punheta e um relação sexual por mês (se eu for bem obediente e servil) esta mais do que bom para mim. Se minha esposa acha isso , concordo com ela.

Minha esposa deu pro meu chefe e eu virei a escravinha dele

Fiz uma besteira no trabalho e fui demitido... Cheguei em casa e contei pra minha esposa, que quase me mata... Disse que não tinha condição isso, que eu era um inutil mesmo... E que eu tinha que fazer alguma coisa para conseguir o emprego de volta...Eu disse que achava que não tinha jeito, que tinha implorado e que meu chefe estava inflexivel!

Minha esposa já havia algum tempo que paquerava com meu chefe, mas nunca tinha tido oportunidade de ter nada....

Foi então que ela disse: "Então ofereça a ele o que você tem de mais precioso na sua vida.... Ligue pra ele e implore pelo seu emprego de volta, se humilhe bastante e se não tiver jeito, diga que se ele te devolver seu emprego, ele pode vir aqui em casa e fazer o que quiser com a sua esposa..."

"Mas amor, eu vou ficar completamente desmoralizado...."

"Não quero saber!! Você fez besteira, agora temos que dar um jeito!! Como você não serve pra nada, sua mulherzinha vai te dar uma força e fazer seu emprego voltar a ser seu...! VAMOS, ligue pra ele... Não esqueça da parte de se humilhar.... Ahh, deixe no viva-voz que eu quero escutar sua conversa todinha"

Vi que não tinha jeito e liguei!

"Dr. Jaime, é o Renato. Senhor, por favor, eu imploro que me devolva meu emprego... eu prometo que serei um funcionário exemplar... Farei hora extra de graça..."

"Não Renato, você apagou todos os registros da empresa dessa semana... Imagina o prejuízo que eu terei... Não tem volta!"

Olhei pra minha esposa, fazendo sinal que não estava adiantando...

Então ela cochichou no meu ouvido:

"Se ofereça pra fazer a faxina da sala dele aos sabados pela manhã..."

Olhei pra minha esposa espantado com o que ela estava dizendo, mas vi que não tinha jeito...

"Dr Jaime, eu faço a faxina da sua sala ao sabados pela manhã, que é meu dia de folga.... me devolva meu emprego, por favor..."

"Renato, esqueça isso... posso te dar boas referências para outras empresas, mas aqui você não trabalha mais!!!"

Minha esposa olhou pra mim e disse pra eu me oferecer pra lavar o carro dele e aparar a grama da casa dele nos sabados de tarde.... e que se ele não topasse, que eu dissesse que ficaria de vigia durante a noite de sabado pra ele poder sair e a casa fica segura...

Não estava conseguindo acreditar no que minha mulher estava dizendo, mas obedeci...

Quando me ofereci para tais serviços, meu chefe riu da minha cara, e começou a ceder, dizendo que o que eu tinha feito era muito sério, mas estava vendo que eu realmente precisava daquele trabalho...

Minha mulher vendo que ia perder a oportunidade de transar com meu chefe e principalmente de me humilhar publicamente, me puxou e disse no meu ouvido...

"Acho que ele está cedendo amor.... não perca essa chance, ofereça sua mulherzinha para ele fazer o que quiser... diga que no sabado estarei livre..."

Foi ai que entendi o motivo de ela querer encher o meu sabado com trabalhos... ela queria um tempo sozinha para encontrar seus amantes.... Fiquei um pouco indignado, mas como permaneço 24 hs no meu cinto de castidade (trancado por ela) e minha mulher é totalmente viciada em sexo, vi que ela tinha necessidade de um homem que saciasse suas vontades... Foi ai que cedi...

"Dr Jaime... se o senho me devolver meu emprego, você pode vir aqui aos sabados pra conversar com minha mulher"

Levei um tapa da minha mulher, que disse baixinho no meu ouvido...

"Eu não estou afim de passar todo sabado conversando, Renato... Você sabe muito bem o que eu quero e o que é pra você dizer pra ele... não se faça de desentendido..."

Suspirei fundo e disse de uma vez:

"Dr Jaime, como estarei ocupado aos sabados e minha mulher ficará sozinha em casa, peço por favor que venha passar os sabados com ela... Ela é totalmente viciada em sexo e precisa de um homem para satisfazê-la... Você pode vir aqui e fazer o que quiser com ela.... Absolutamente TUDO!"

Olhei pra minha mulher e ela fez um sinal de aprovação, esperando pela reposta do meu chefe...

"Ok Renato, você tem seu emprego de volta... e já que você está implorando tanto, eu vou pra ai fuder com a sua mulher... hehehee... Não é isso que você quer seu pervertido?? Avise pra ela que amanhã as 10 horas da manha eu apareço ai e que ela esteja de banho tomado e cheirosa pra me esperar... Deixe a porta da frente aberta e mande ela colocar apenas uma venda nos olhos e me esperar deitada na cama. E quanto a você... esteja aqui na minha sala as 7 da manhã de amanhã, pois tem muito serviço pra você.... Deixarei as instruções em cima da mesa. Caso não cumpra alguma delas, seu emprego já era.... Até amanhã..."

Minha esposa rindo disse:

"Muito bem meu amor... cumpriu minhas ordens direitinho... Estou ansiosa para amanha!!!"

De manhãzinha, acordei, fiz o café da manhã da minha esposa. Ela mandou eu colocar uma filmadora no quarto ligada, para depois ela assistir tudo comigo... Achei uma maldade, mas obedeci. Mandou que eu vestisse minha fantasia de empregada por baixo da minha roupa normal e ir embora...Fui para a sala do meu patrão para fazer a limpeza vestido de empregadinha...

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Quando o Dr Jaime chegou, encontrou minha esposa deitada na cama, com uma venda como ele havia mandado.

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Foi então que ele colocou uma mordaça na boca dela e a amarrou seus braços e pernas...

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Deixou ela com as pernas bem abertinhas, deixando amostra sua calcinha...

 

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Afastou a calcinha de lado e inspecionou a bocetinha da minha esposa como quem mexe num objeto qualquer... Minha mulher tentou reclamar, mas a mordaça a deixava emitir apenas sons abafados... Ele nem ligou.

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Pegou prendedores de mamilos e colocou um em cada peito da Paty. Ela gemeu alto, mas ele também não deu bola...

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Tirou a mordaça da boca dela e enfiou o cacete dele todo na boca dela. Pssou uns 15 minutos fodendo a boquinha dela. Ela adorou, pois adora chupar um pau.

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Depois colocou novamente a mordaça para que ela não o atrapalhasse e enfiou o caralho todo de uma vez na boceta de Paty, que a essas alturas, já estava totalmente molhada, deixando ele entrar facil facil... 

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Ficou fazendo o movimento de vai e vem levando ela ao orgasmo por duas vezes...

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Soltou as amarras, e re-amarrou ela de quatro, deixando-a com o cuzinho e bocetinha totalmente expostas... Enfiou a lingua no cuzinho da minha esposa, que foi a loucura, mas ficou com medo de ele tentar alguma coisa por ai. (Minha esposa ODEIA sexo anal... Na verdade ela ainda é virgem pelo cu, mas uma vez nós tentamos e ela sentiu muita dor e disse que nunca mais tentaria de novo.)

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Deu um tapa na bunca da minha mulher e socou com força o pau dentro da boceta dela...

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Ficou comendo ela de quatro por bastante tempo... De vez em quando ele enfiava o dedinho no cu dela, fazendo com que ela gemesse alto e reclamasse, pois como disse, nunca gostou de receber nada no cu...

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Mas mesmo assim gozou mais duas vezes...

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Depois disse que já estava cansado de fazer todo o esforço. Soltou as amarras e amarrou seus braços para tras usando uma corda... E disse que era para ela ficar por cima, fazendo o movimento de vai-e-vem sem apoiar as mãos,

 

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Foi bastante dificil, mas ela obedeceu, pois cada vez que ela parava, ele dava um tapa na cara da Paty e apertava mais um pouco os prendedores de mamilo... Logo, apesar de estar revoltada por estar sendo dominada, ela fazia o possível para conseguir se equilibrar e fazer o serviço direitinho.
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Depois amarrou as duas pernas dela nos cantos da cama e deixou as mãos amarradas como estavam.

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Seu cuzinho ficou bastante exposto, pois como ela não tinha onde se equilibrar, ficava apoiada apenas com a cabeça, fazendo com que seu bumbum ficasse bem empinadinho... Ele deu uma cuspida no cu da minha mulher e enfiou um dedo. Ela deu um grito abafado, pois viu que seria enrabada. Ficou se debatendo, tentando se livrar das amarras. Ele ficou fazendo um vai-e-vem com o dedo apesar de a Paty não parar de se debater. Depois encostou o cacete no seu cuzinho e foi forçando a cabecinha no buraquinho dela... Ela gemia alto e reclamava, tentando se livrar da mordaça e das cordas, mas era inutil... Ele foi forçando até que entrou a cabeça toda no cuzinho virgem da minha mulher... Quando entrou a cebaça, ficou mais facil e ele enfiou o resto todo de uma vez, fazendo ela comçar a gritar...

Ele deu um tapa da bunda dela e disse:

"Para de gritar sua puta safada.... você vai pagar por isso... Você precisa aprender a levar no cu calada!"

Continuou comendo o cu dela por uns 10 minutos, deixando ele todo ardido...

Depois deitou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela e disse:

"Agora você vai pagar por ter gritado, sua putinha..."

Pegou um monte de pregador de roupa e foi colocando um a um nos lábios da bocetinha de Paty...

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Ela gritava toda vez que ele adicionava mais um.... E ele disse:

"Se você continuar gritando, vai ser pior!!! Aprenda a ser uma boa vadia e aguente a dor..."

Ela segurou o grito e ficou aguentando a dor dos pregadores... A dor era muito grande e de vez em quando ele dava uma palmadinha da boceta dela, por cima dos pregadores, fazendo com que a dor piorasse subitamente...

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Quando ele terminou de colocar todos os pregadores que havia, disse:

"Agora você vai me recompensar por todo o prazer que eu te dei, sua piranha.... Vai chupar meu caralho até eu gozar, sem deixar cair nenhum dos pregadores, ouviu??"

"Sim senhor..."

Dito isso, abriu a boca e comecou a chupar o pau do meu chefe...

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Ele ficava enfiando e chamando ela de vadia, puta safada, piranha....

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Quando ele ia gozar disse:

"Quando eu gozar, eu quero que abra bem a boquinha e engula tudo, ouviu?? Se fechar a boca, vai ser pior pra você, pois vou deixar você amarrada aqui na cama e chamar alguns amigos para se divertirem com você.... Então é melhor você engolir...

Minha mulher odiava essa história de engolir porra de homem. Mas como não havia outra forma, apenas balançou a cabeça em sinal afirmativo.

Ele continuou enfiando na boca da minha mulher até gozar, melando a cara dela toda de porra. Ela não fechou a boca nem um minutinho, como foi ordenado...

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Ele se levantou, deixando ela amarrada, pegou a filmadora (que ela nem sabia que ele tinha visto), foi no computador, mandou uma cópia pro email dele e disse:

"Você é uma putinha muito obediente... adorei comer o seu cuzinho.... Sabado que vem, volto aqui pra comer você de novo... Diga pro seu marido, que enquanto ele fizer o serviço direito na empresa e você fizer o seu serviço aqui e me obedecer direitinho, o emprego é dele.... Caso contrario, ele está demitido e esse video vai parar na caixa de email da sua familia, amigos e de toda a vizinhança...."

Soltou as amarras dela, deu tapinha na cara dela e disse:

"Agora vá se lavar, que eu estou indo embora! Até Sabado que vem..."

Dizendo isso, se vestiu e saiu sem falar mais nada...

Ela foi tomar um banho e ficou pensando no que tinha acontecido... E viu que ela tinha virado uma escrava sexual do meu chefe.... e tinha sido tudo por minha culpa... Se eu não tivesse feito besteira no trabalho, não teria sido demitido e ela não teria que recuperar o meu emprego dando pro meu chefe....

E passou o dia pensando nessas coisas esperando eu chegar... E pensando em como ela iria se vingar de mim...

Eu estava morto de cansado, pois tinha passado o dia a fazer faxina na sala do Dr. Jaime, aparando a grama da sua casa, lavando seu carro e ainda fiquei de vigia do lado de fora da sua casa. Quando ele chegou na sua casa, meu deu um tapinha nas costas e disse:

"Adorei fazer companhia pra sua mulher, Aposto que ela também adorou minha companhia... Avise a ela, que a melhor coisa pra dor no cu é beijo de língua..... no cu!" - E riu... "Já pode ir rapaz... sabado que vem tem mais..."

Fui pra casa e quando cheguei, encontrei minha mulher puta da vida comigo....

Fui dar um beijinho nela e levei um tapa. Ela disse:

"Tire sua roupa já..."

Não entendi direito, mas obedeci.... Tirei minha calca, blusa, sapatos e meia... Deixando amostra minha fantasia de empregadinha... Quando fui tirar a fantasia, fui repreendido:

"Não tire a fantasia ainda... quero você desse jeitinho...Coloque sua peruca loira e sua meia 7/8. Coloque também seu salto-alto preto de 15 cm"

Nisso saiu da sala, pegou uma máquina fotográfica e começou a tirar um monte de fotos minhas...

Eu pedi pra ela parar, mas recebi uma ordem clara:

"Quero você sexy... faça várias poses, que quero escolher uma foto bem sensual..."

"Escolher uma foto?? Como assim?? Pra que??"

"Apenas obedeça"

Fui fazendo algumas poses e minha mulher a tirar várias fotos... Quando achou que já estava bom, disse:

"Agora venha pro computador e descarregue essas fotos para alguma pasta... Vamos escolher a que ficou melhor...."

Escolhemos uma foto bem sensual, de quatro no sofá...

Agora entre no seu email que eu vou ditar um email para você escrever pro seu chefe??

"Como assim Patricia?? Você vai mandar essas fotos pro Dr Jaime?? Você tá louca??"

Ela se levantou, deu um tapa na minha cara com bastante força como eu nunca tinha levado... e disse com a voz rude:

"Você não sabe o que eu passei hoje pela manhã... se você não escrever esse email exatamente do jeito que eu disser, é melhor você procurar outro canto pra morar!! Ah, e outra coisa... a partir de hoje, nada de PATRICIA... agora é Senhora, Dona, ou qualquer outro que te deixe bem submisso!!!"

Fiquei espantado com a forma que ela falou comigo, pois nunca tinha acontecido de ela falar com tanta raiva.... e obedeci:

"Pronto Paty, já abri meu email"

"Agora anexe a foto que nós escolhemos e digite:"

 

"Dr Jaime,

Novamente muito obrigado por ter devolvido meu emprego... sou eternamente grato...

Minha mulher e eu faremos de tudo para agradar o senhor, tudo mesmo... Pois não querermos que você fique com raiva de nada...

Espero que tenha gostado da faxina que fiz na sua sala, tentei caprichar... Caso não tenha gostado, sinta-se a vontade para me dar umas palmadas para que eu aprenda.

Estou enviando em anexo uma foto minha vestindo as roupas que usei durante a faxina da sua sala. Tentei parecer bem feminina, pois sei da sua masculinidade e que não aceitaria um escravo homem, logo, a partir de hoje, sou sua  ESCRAVA...

Fui treinado pela minha esposa para que eu fosse bem prendada... Sei fazer tudo que uma boa menina faz: Faxina, cozinhar, lavar louça...Sinta-se a vontade para me tirar do da empresa e me colocar para trabalhar na sua casa, pois assim terei mais tempo disponivel para o senhor. Não precisa ficar apreensivo por ter um "homem" dentro de sua casa com sua esposa, pois saiba que sou inofensivo devido a um cinto de castidade que não me permite ter ereções.

Também sei chupar como uma bela putinha e vou adorar cada gozada sua em minha boca. Meu bumbum ainda não está tão alargado para receber um pau da grossura do seu, mas sinta-se a vontade para enfiar em mim plugs dilatadores para que eu me acostume rápido. Peço encarecidamente que espere até que ele esteja bem alargadinho para tentar enfiar o seu pau, pois tenho bastante dor durante o sexo anal. Entretanto, caso esteja impaciente ou goste da ideia de me fazer sentir dor, saiba que receberei seu pauzão mesmo com bastante dor e agradecerei como uma boa escrava.

Beijos submissos,

Renato ou Sissy Jéssica"

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Festinha com Cinto de Castidade

Me chamo Renato e sou casado há 5 anos com uma bela mulher, chamada Patrícia, a qual hoje em dia chamo de Minha Dona, Senhora, Princesa.
Há mais ou menos 2 anos aconteceu algo que mudou minha vida de casado. Sempre fui um bom marido, nunca traí­ minha mulher, mas nunca consegui me livrar da velha masturbação... Minha mulher sempre brigava comigo sobre esse assunto, mas mesmo assim eu não conseguia para e fazia sempre escondido.
Mas isso mudou, pois minha mulher resolveu colocar um cinto de castidade masculino em mim. Sim, isso existe. É um dispositivo de acrílico bem resistente, preso com um cadeado ao meu pênis. Ele não consegue ficar nem um pouquinho duro, nadinha... imaginem.

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Resultado: Só tenho minhas ereções quando minha mulher acha que já é hora de eu ter. Além disso, ela adora me vestir de mulher, com suas calcinhas, com seus vestidos, sempre tirando muitas fotos e me humilhando. Manda eu lavar a louça do jantar vestido feito uma putinha, com um plug anal vibrando na minha bunda.

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Outra maldade da minha mulher é mandar que eu ache contos eróticos na internet sobre cintos de castidade. Claro que isso me machuca muito, pois sempre que começo a ler, meu pau comeca a inchar, querendo uma ereção. Para ter a certeza que eu li os contos, ela manda eu imprimir e quando chega, faz que eu faça um breve resumo do conto. Na maioria das vezes, nós "realizamos" um dos contos que imprimi..
Para eu conseguir minha liberdade, preciso ter sido um bom marido, ter feito tudo o que ela quis e principalmente ter chupado ela muuuuitas vezes.. Sendo sua namorada lésbica. Não achem que é facil depois de um longo dia de trabalho, chegar em casa cansado e antes mesmo de tomar meu banho, ser obrigado a chupar meu amor até que ela goze 3, 4 ou até 5 vezes.

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Mas não achem que acaba por ai. Mês passado, ela resolveu inovar. Disse pra mim que faria uma festa num sábado para umas amigas e que gostaria que eu ficasse servindo. Eu claro apenas respondi:
- Claro meu amor, como quiser.
Eu já estava a quase 2 meses sem gozar nem uma vez.
O dia da festa chegou e quando acordei, minha mulher disse que tinha feito umas comprinhas para mim. Um presentinho.
Quando abri a sacola, tinha uma mini-saia daquelas tipo lí­der de torcida, de latex, toda preta, um sutien com enchimento, um top também de latex preto, uma sandália salto 12 com salto fino de amarrar atras um mini avental de latex branco para amarrar na frente da sair e pra completar um peruca loira.

Fiquei assuntado quando vi aquilo e perguntei o que significava. Ela disse:
- Meu amor, eu quero que você se vista assim para receber minhas amigas.
- Mas
Patrícia, assim elas vão saber da minha situação de submisso.
- Não se preoculpe, elas já sabem de tudo e estão adorando vir te conhecer. Não quero decepcioná-las. Quero surpreendê-las hoje. Quero que elas fiquem morrendo de inveja do maridinho lindo que eu tenho... Quer dizer, da minha namoradinha.
Senti meu pau começar a crescer, sendo imediatamente interrompido pelo cinto de castidade. Minha mulher notando isso, apenas riu, fazendo um carinho na minha cabeça. Depois disse pra eu tomar um banho que ela ia me levar para me depilar. Nem disse nada, apenas baixei a cabeça como um bom submisso.

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Após a depilação, passamos num sexshop onde ela fez umas comprinhas para a noite.
Ao chegar de noite, ela mandou que eu me vestisse. Nem acreditei quando me vi no espelho... Parecinha uma putinha vestida de empregada sadomasoquista.

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Imediatamente, meu pau comecou a latejar, chegando a sair um pouco de gozo, mesmo ele estando mole. Abriu uma gaveta e disse: hora de testarmos um dos brinquedinhos que eu comprei. Era um plug anal bem pequeno, ligado a uma bolinha de borracha, que depois eu descobri que era pra encher o plug. Passou lubrificante e enterrou de uma vez na minha bunda e inflou um pouco.

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Ficamos esperando as suas amigas. Ela sentada no sofá e eu de quarto ao lado dela. A campanhia tocou e eu tremi. Ela mandou que eu fosse atender a porta, como uma boa doméstica. Estava morrendo de vergonha.
Ao abir a porta, eram 3 mulheres lidissimas. Uma loira, uma morena dos olhos verdes e uma ruiva. Me olharam de cima a baixo, rindo bastante, deram um beijo na minha esposa e uma delas disse:
- Paty, que empregada espetacular.... muito gostosa.
- Alê, ela se chama Jéssica, mas pode chama-la de Jessiquinha, Putinha, Empregadinha lésbica, o que quiser... hehehe... nós vamos brincar muito com ela hoje. Mas pode examiná-la se quiser, ela é super educada... não vai achar ruim, não é minha querida?
Apenas fiz um sim com a cabeça.
Alê se aproximou e me bolinou de cima a baixo. Quando achou o brinquedinho na minha bunda perguntou:
-
Jéssica... posso apertar essa bolinha?
Fiquei calado quando recebi um tapa da minha esposa.
- Isso são modos
Jéssica? Beije os pés da Alê e peça por favor para ela encher seu plug... convença-a.
Imediatamente fui ao chão, beijei os pés da alê e pedi:
- Alê, por favor, alargue um pouquinho meu cuzinho... encha o quanto quiser, estou a seu dispor.
Alê riu e encheu meu brinquedinho umas 4 vezes, coisa que me fez ficar de pernas bambas.
Patrícia me apresentou as outras duas amigas: Carlinha e Amanda que me elogiaram bastante. Sentaram-se no sofá e logo veio a ordem:
-
Jéssica, traga um vinho tinto e copos para essas belas mulheres.
Fui apanhar o vinho e quando voltei, a loira e a morena estavam se beijando carinhosamente. Vi que a coisa iria esquentar. Meu pau a essa hora já estava doendo, mas mole mole...
Patrícia mandou que eu deixasse a bandeija sobre a mesa e viesse de quatro para chupar a ruiva (Alê) que estava morta de tesão. Fui de 4 até ela e quando levantei sua saia, vi que já estava sem calcinha.. Ela me puxou com força contra suas pernas e eu chupei com muito gosto. Ela gemia alto e com pouco tempo gozou forte e eu engoli todo o seu lí­quido. Patrícia teve uma ideia:
- Comprei um coisinha no sexshop e ainda não usei. Quem gostaria de testar meu novo brinquedinho?
Todas levantaram a mão e
Patrícia chamou Carlinha, a loira, para comecar.
Entraram no quarto e quando voltaram quase morro de tesão. Vi minha mulher e
Carlinha com uma langerie super sexy, preta, e com uma cinta preso a um pinto de borracha muito parecido com um pinto de verdade.
Patrícia apenas disse:
-
Jéssica, de quarto, já...
Eu, todo sem jeito, fiquei de quatro, esperando o que estava por vir... Foi quando minha mulherzinha disse:
-
Jéssica, meu amor, o lubrificante acabou. Então chupa bem gostoso o pau da Carlinha , que sua saliva vai ser o único lubrificante que você vai ter. É bom você chupar bastante, pois senão eu acho que vai doer. Depois você chupa o meu.
Comecei a chupar aquele cacete de borracha, morto de vergonha de estar fazendo isso na frente de outras mulheres. Mas chupei bem gostoso, pois sabia que era melhor para mim. Quando acabei, chupei o da minha mulher e antes mesmo de acabar, senti algo encostando na minha bunda e quando menos esperei, 
Carlinha enfiou de uma vez só. Dei um grito e Patrícia falou:
- Quem mandou você gemer? Você vai pagar por isso mais tarde.
Carlinha ficou naquele vai e vem e minha esposa foi comer a buceta da Alê e chamou Amanda para que eu chupasse.
- Amandinha... senta aqui para meu maridinho chupar você... ele chupa uma bocetinha como ninguém.... Amor, faz daquele jeito que eu gosto... Se a Amanda demorar mais de 3 minutos pra gozar, ela vai te comer também, entendido mocinha??
Comecei a chupar a bucetinha molhada daquela mulher como se fosse a ultima buceta do mundo todo, enquanto
Carlinha não parava de me fuder, naquele movimento de vai-e-vem sem parar. Amanda rapidinho gozou na minha boca, me melando todo, mas ela disse:
- Parabéns
Jéssica... você é uma putinha que chupa delicioso, me fez gozar rapidinho. Mas eu queria muito te fuder mesmo assim, posso???
Quando eu ia reclamar, olhei para minha mulher que estava com cara de raiva pra mim e eu disse:
- Claro que pode Amandinha... pode fuder o meu cuzinho o quanto quiser.
Minha mulher sorriu e Amanda ficou toda feliz, pois nunca tinha fudido um macho.
Amanda pegou a cinta da
Carlinha , que assumiu o canto da Amanda. Comecei a chupa-la quando novamente senti sem dó um cacete entrando na minha bunda. Dessa vez segurei o grito.
Fui fodido pela Amanda durante uns 20 minutos. Meu cuzinho já estava ardendo e a
Carlinha já tinha gozado 3 vezes. Minha mulher disse:
- E ai amor, quem é das duas que fode mais gostoso??
Fiquei todo vermelho e minha mulher disse:
- Pode responder amor, elas nao vão ficar chateadas. Além do mais, elas terão todo o final de semana para treinar.
Foi quando vi que aquela putaria não seria só no sabado.
- Foi a
Carlinha , meu amor. Mas a Amanda fode muito gostoso também.
Vibraram com a minha resposta.
Minha mulher levantou, pegou OUTRO brinquedinho que tinha comprado: Era uma mordaça com um pau pequeno voltado pra dentro e um pau um pouco maior voltado pra fora. Minha mulher mandou eu abrir a boca, colocou o pau menor pra dentro e amarrou a mordaça.
- Quem quer ser a primeira? Vem você
Carlinha ....
Carlinha se sentou no sofá confortavelmente e minha gatinha mandou: Quero que faça ela gozar enquanto a Alê aproveita o seu cuzinho.... Não quero que seu buraquinho fique mal acostumado sem nada dentro.
Pra completar, mandou eu colocar minhas maos pra tras e algemou. Entao eu fiquei de 4, apoiado apenas com o peito no sofá, com uma mordaça com um pinto fudendo a bucetinha da
Carlinha enquanto era fudido pela Alê. Foi difí­cil, mas eu consegui... Fiquei fazendo um movimento de vai e vem com a cabeça para o delí­rio das meninas.
Elas revezavam entre si. Ora eu chupava uma, ora eu levava pica de outra. Todas gozaram muitas vezes e meu pau ainda bem molinho dentro do cinto de castidade. Quando elas estava mortas de cansadas de tanto gozar, veio a proposta da minha mulher:
- Jessiquinha, tenho uma proposta pra você: Vou tirar seu cinto de castidade um pouquinho. Nao acho justo todas nós gozarmos e você ficar com o pau mole mole.
Fiquei todo feliz, mas por pouco tempo. Ela contiunuou:
- Mas tem um detalhe... Ainda não é o dia combinado para você gozar, ainda falta uma semana para completar os 3 meses. Entao vamos tirar o cinto de castidade e quero testar sua obediencia. A Amandinha vai ficar te fudendo, você vai ficar chupando a Alê enquanto a
Carlinha vai ficar batendo uma punheta gostosa em você... Mas não quero que você goze, entendido? Mas olha como eu sou boazinha, se você conseguir não gozar, você pode enfiar esse seu pintinho pequeno onde você quiser em nós quatro amanhã por quanto tempo você quiser. Sou ou não sou uma esposa boazinha?
Entao eu cai na besteira de perguntar:
- E se eu gozar?
- Ai pela desobediência, você vai voltar pro cinto de catidade e dessa vez vai ser por 6 meses. Além disso você vai passar a fazer a faxina na casa das três meninas e elas terão poder pra mandar em você enquanto você estiver na casa delas. A chave, é claro, ficará muito bem num colar no meu pescoço. E ai, topa?
Mal pude pensar e minha esposa disse:
- Vamos meninas... assumam seus lugares...
Minha mulher pegou a chave do meu cinto e tirou ele devagar.... Meu pau instantaneamente ficou duro. Veio o comentário de alguma delas:
- Vixi, como ele é pequenininho... risos.
Comecou a putaria.... Era fudido por uma, fazendo um boquete na outra, recebendo uma punheta da terceira.... Tudo isso minha mulher em pé ao meu lado com uma filmadora.
- Sorria pra camera Jéssiquinha... quero guardar essa cena pra o resto da vida...
Morri de vergonha, mas forcei o sorriso enquanto me concentrava para não gozar... tentava pensar em coisas bobas, mas não adiantou. Não deu nem 3 minutos meu pau estourou num gozo maravilhoso.... saiu muito esperama... Muito mesmo. Não sabia que cabia tanto assim no meu saco. Olhei pra minha gatinha e ela estava furiosa.
- Você é um inutil mesmo.... Com essa ejaculação precoce você nao vai me comer nunca...
Mandou que eu lambesse toda a porra que estava no chao e depois chupar os dedos da
Carlinha até que ficasse limpinhos... Coisa que o fiz sem reclamar, pois estava com vergonha de não ter conseguido segurar o gozo... realmente eu não era digno de comer minha mulherzinha...
Imediatamente ela veio e colocou o cinto de castidade de volta no meu pau e mandou:
- Nós vamos tomar um banho para nos refrescarmos. Enquanto isso, vá lavar o resto da louça. Mas antes venha cá pra eu colocar esse plug na sua bundinha.
Enfiou de uma vez, coisa raiva, o plug na minha bunda, deu um tapa e foi tomar banho.
Quando acabei a louça, as três estava peladas dormindo na nossa cama de casal e um bilhetinho:
- Hoje você vai dormir no quarto de empregada, pois quero aproveitar as meninas sozinha. Amanhã quero o café pronto as 10 da manhã.
O dia seguinte foi a mesma putaria, mas isso depois eu conto.